Como os pais podem ajudar no desempenho escolar dos filhos

Em um mundo cada vez mais rápido e corrido muitos pais não encontram tempo hábil para acompanhar o desempenho escolar dos filhos no dia a dia e, com isso, presumem que tudo está correndo bem.

O choque acontece, no entanto, quando o filho não está dando conta de acompanhar o ritmo de estudos necessário e o reflexo disso é observado nas suas notas.

Embora os pais normalmente fiquem decepcionados e coloquem os filhos de castigo, é importante saber que é possível ajudar de outras formas para que esse quadro seja revertido.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando as possíveis causas do baixo rendimento escolar e mostrando maneiras de ajudar a reverter essa situação.

Que tal conferir?

O que pode causar o baixo rendimento escolar?

Existe uma série de fatores que podem estar sendo determinantes para o mau desempenho do seu filho na escola como, por exemplo:

  • Dificuldades para enxergar ou escutar;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Distúrbios relacionados ao sono;
  • Baixa autoestima.

Além disso, existem alguns transtornos bastante comuns que podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças como o déficit de atenção, hiperatividade e dislexia.

É recomendado que seja feito um acompanhamento pediátrico para identificar qualquer problema de saúde mental ou física que possa estar impactando a capacidade de aprendizado do seu filho.

Por último, atente-se a mudanças de comportamento repentinas já que elas podem indicar problemas como o bullying, por exemplo, que é um grande influenciador do rendimento das crianças.

E como ajudar na melhoria desse quadro?

  • Seja mais participativo

Ser presente na vida escolar do seu filho é o primeiro passo para que você possa oferecer qualquer tipo de suporte, afinal, só é possível ajudar se você souber o que está acontecendo.

Além disso, incentive e promova uma comunicação o mais aberta possível para que ele possa conversar com você sobre qualquer dificuldade que possa estar passando na escola ou fora dela.

Tudo isso ajuda a facilitar o processo de identificar problemas que possam estar causando o baixo rendimento escolar.

  • Não cobre rendimento escolar em excesso

Crianças que são forçadas a lidar com grandes cobranças e expectativas podem desenvolver problemas crônicos como a ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que sua qualidade de vida e interesse pelos estudos diminuam.

Tenha em mente que, apesar da cobrança ser necessária, é importante traçar um limite saudável para que a criança não se sinta psicologicamente ameaçada e encurralada.

Ou seja, respeite os limites e o ritmo do seu filho e ajuste suas expectativas conforme o que el pode realmente entregar de resultado.

  • Ensine-o a se concentrar e organizar

Fazer várias tarefas ao mesmo tempo é um dos maiores inimigos do rendimento. Muitas vezes as crianças tentam realizar diversos deveres de uma vez só ou até mesmo aprender muitas coisas em um dia e acabam não absorvendo o conteúdo que deveriam por conta de uma sobrecarga.

É por isso que é importante ensiná-los a terem calma e organizarem as tarefas para que cada uma possa ser realizada de maneira tranquila e sem afobação.

Isso demanda um bom exemplo além da conversa, ou seja, evite tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo na frente das crianças e mostre que se concentrar é essencial para a realização de qualquer atividade, seja ela ligada aos estudos ou não.

Além disso, preze por um ambiente de estudos limpo e sem distrações que possam interferir na concentração do pequeno.

  • Disponibilize-se para ajudar

É extremamente importante que o seu filho saiba que pode contar com você quando precisar de ajuda com tarefas de casa, estudos ou qualquer outra coisa ligada à escola.

Isso faz com que ele sinta que possui em você um porto seguro para qualquer dificuldade que possa ter, aumentando a confiança em si mesmo e diminuindo o estresse relacionado ao medo de falhar.

Além de ajudar no rendimento escolar, essa dica é importantíssima para a preservação da saúde mental do pequeno e pode evitar transtornos como a ansiedade.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar colaborar com o rendimento escolar do seu filho e fazer com que ele não tenha mais problemas com a escola.

E aí, o que achou?

Como organizar uma festa do pijama segura para as crianças

Não é segredo para ninguém que a pandemia tem nos obrigado a encontrar maneiras diferentes de manter contato com família, amigos e pessoas queridas.

Para as crianças, especialmente, esse isolamento é extremamente cruel, já que elas estão acostumadas a viver rodeadas de amiguinhos.

É seguro afirmar, inclusive, que um desenvolvimento saudável de uma criança está altamente ligado ao nível de socialização e à qualidade dos laços criados com outras pessoas, desde a família até amigos.

Por isso é importante buscar maneiras de manter um certo nível de socialização para os pequenos no início dessa fase final de pandemia, desde que com todos os cuidados necessários para que os riscos à saúde sejam os menores possíveis.

É importante ter em mente, primeiramente, que os encontros devem ser com poucas pessoas e bem reservados.

Pensando nisso preparamos uma série de dicas para que você faça uma festa do pijama segura para o seu filho e alguns amigos.

Que tal conferir?

Ambiente

Escolher um ambiente espaçoso e bem ventilado é essencial para que a festa do pijama corra bem.

Uma boa dica é afastar os móveis da sala e colocar colchões, sacos de dormir ou até mesmo barracas para que as crianças brinquem e depois durmam.

Outra coisa importante é retirar qualquer objeto que possa ser perigoso, pesado ou frágil de perto do ambiente das crianças. Isso faz com que as chances de acidentes diminuam e, portanto, deixa os pequenos mais seguros.

Cardápio

Tenha em mente que o ideal é que as festas comecem por volta das 18h para que as crianças não cheguem cansadas e sonolentas.

Para que elas não comecem a diversão de barriga vazia, prepare um lanche saudável logo no início da noite para garantir que todos fiquem de barriga cheia!

Vale apostar em opções como nuggets de legumes, saladas de frutas, sucos naturais e biscoitos integrais.

Faça um planejamento

Juntar crianças sem um planejamento mínimo de atividades é um convite enorme para a bagunça e confusão.

Sabendo disso, planeje-se para que as crianças tenham o que fazer do momento que chegarem até a hora de dormir.

Além disso, planejar uma série de atividades garante que as crianças estejam cansadas e com sono na hora de dormir, evitando maiores dificuldades no momento de descanso.

Prevenção contra o Covid-19

Em tempos de pandemia é extremamente importante ter em mente uma série de protocolos a serem seguidos para que qualquer reunião de pessoas, por menor que seja, possa ocorrer com o mínimo de risco possível para os envolvidos.

Por isso, ao elaborar a lista de convidados para a festa do pijama, opte por crianças que você tenha ciênciaa que estão se cuidando e se prevenindo no dia a dia.

Além disso, certifique-se de manter o número de convidados baixo já que ainda precisamos evitar grandes aglomerações. Uma festinha com três ou quatro amigos, por exemplo, já deve ser o suficiente.

Quando os pequenos chegarem peça-os para limparem as mãos com álcool em gel e deixar os sapatos do lado de fora a fim de diminuir a possibilidade de contágio do vírus.

Além disso não deixe que, durante a festinha, eles compartilhem objetos de uso pessoal como copos, talheres, escovas de dentes e outros.

Essas dicas devem garantir que o seu filho possa encontrar os amigos com segurança e socializar um pouco nessa fase da pandemia.

Esperamos ter ajudado!

E aí, curtiu?

Como cuidar da saúde mental dos filhos

A saúde mental é um tópico que está cada vez mais em alta nos dias de hoje.

Muito se fala do bem-estar psicológico de jovens, adultos e idosos e isso, claro, é excelente.

O problema é que muitas vezes acabamos nos esquecendo de dar a atenção necessária para a saúde mental das crianças e, com isso, acabamos negligenciando problemas como o estresse, ansiedade e até mesmo a depressão infantil.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando como cuidar da saúde mental das crianças e contribuir para que elas tenham um desenvolvimento psicológico saudável.

Que tal conferir?

Como cuidar da saúde mental de crianças

  • Causas dos problemas

Para começar a resolver qualquer tipo de situação adversa na vida é necessário entender as causas de um problema para, então, botar em prática uma série de medidas corretivas.

Quando falamos da saúde mental de crianças, especificamente, é importante ter em mente que os principais causadores de transtornos psicológicos nessa fase da vida são o bullying, falta de afeto, cobrança exagerada dos pais e até mesmo traumas e violência física.

Como as crianças ainda não possuem bagagem e experiência emocional o suficiente para lidar com esses problemas elas acabam desenvolvendo transtornos de estresse e ansiedade, por exemplo.

  • Quais são as soluções

Apesar do acompanhamento psicológico ser recomendado para pessoas de todas as idades independentemente de apresentarem transtornos mentais ou não, muitos problemas psicológicos das crianças podem ser resolvidos apenas com o suporte familiar.

Para isso, primeiramente, é necessário identificar comportamentos atípicos que indiquem algum problema relacionado à saúde mental.

Agressividade, pessimismo e dificuldade de concentração, por exemplo, são alguns sinais de que a criança pode estar precisando de ajuda.

É essencial que os pais estejam junto dos filhos durante a infância e a fase de desenvolvimento e criem estruturam domiciliares saudáveis para que a criança possa crescer de maneira sadia.

Isso significa ter empatia, compreensão e empenho para conversar e entender a criança o máximo possível.

Além disso, evite brigar de maneira excessivamente ríspida já que a criança já está previamente fragilizada e pode acabar sofrendo ainda mais por causa disso.

Assim como os adultos as crianças precisam dialogar sobre suas inseguranças, medos e desafios. Isso faz com que elas se sintam compreendidas e apoiadas em meio a qualquer tipo de adversidade que estejam enfrentando, por mais simples que seja.

Quando devo procurar ajuda?

Por último é importante ter em mente que, às vezes, o suporte dos pais não é o suficiente para lidar de maneira adequada com os problemas psicológicos dos filhos.

Isso significa, então, que um profissional capacitado deve ser procurado para fornecer auxilio especializado.

Apesar de não existir uma fórmula exata para descobrir qual é o momento de buscar ajuda, é importante ter a sensibilidade de entender os comportamentos da criança e a progressão dos sintomas.

Sendo assim, a persistência do comportamento incomum por um longo período de tempo é um indicador de que a criança precisa de acompanhamento psicológico.

Tendo tudo isso em mente temos certeza que você está mais preparado para lidar com possíveis transtornos psicológicos que o seu filho pode ter ao longo da infância.

E aí, curtiu?

Saiba qual é a idade ideal para seu filho começar a praticar esportes.

Os esportes são parte fundamental do desenvolvimento de uma criança, já que servem para a melhora das habilidades motoras e comunicativas. Muitos pais, no entanto, não sabem qual é o momento ideal para que seus filhos comecem a praticar esportes.

O texto de hoje é para te ajudar a entender melhor tudo que envolve o início da prática de atividades físicas para crianças.

Primeiro, o básico: esteja sempre atento ao desenvolvimento das habilidades motoras e de comunicação do seu filho, já que elas são essenciais para a prática de qualquer esporte, já que eles requerem algum grau de independência. É claro, no entanto, que cada esporte exige uma destreza diferente e, por isso, cada um tem uma idade mais apropriada para início.

Agora, ao que interessa: qual é a idade ideal para que meu filho comece a praticar cada esporte?

Natação

Segundo especialistas, a natação pode ser praticada desde a primeira idade, com a condição de ter sempre o acompanhamento profissional, é claro. O início das atividades na piscina é feita de maneira lúdica, para que o bebê se familiarize com a água e possa desenvolver cada vez mais suas habilidades, até estar apta para começar a praticar de fato. Além disso, o volume do treino deve aumentar conforme a idade.

Futebol

As escolinhas de futebol aceitam alunos a partir dos três anos de idade e, assim como a natação, começam de forma lúdica e divertida. A partir dos 6 anos, aproximadamente, é que as crianças começam a treinar os fundamentos básicos do esporte, como o passe, o chute e o drible. Por ser um esporte extremamente popular no país, as escolinhas de futebol costumam sempre ter muitas crianças e promover um ambiente muito positivo para o desenvolvimento social do seu filho.

Surfe

Por se tratar de um esporte praticado no mar, o surfe oferece um perigo ao seu filho caso não possua supervisão e orientação profissionais adequadas e, por isso, deve sempre ser praticado em escolinhas especializadas. Tendo isso em mente, a partir dos quatro anos de idade é possível iniciar as atividades em uma escolinha. O professor deve estar sempre atento ao desenvolvimento individual de cada aluno, adequando as aulas para que todos evoluam ser se sentirem frustrados.

Artes marciais

É recomendado que as artes marciais sejam iniciadas a partir dos sete anos, já que são esportes de maior exigência física. A partir daí, o treinamento é desenvolvido de forma menos intensa até os 13 anos, quando a criança pode de fato começar a aumentar o nível dos treinamentos. As artes marciais, além de ajudarem a manter as crianças ativas fisicamente, ajuda no aprendizado de valores como a disciplina e o comprometimento.

As atividades físicas servem para melhorar a auto-estima, a socialização, a coordenação motora e inúmeros outros fatores físicos e mentais.

Agora que você sabe a idade ideal para que seu filho inicie a prática de um esporte, basta que vocês escolham o que ele prefere para ele começar!

Descubra como aproveitar o carnaval em tempos de pandemia

Não é segredo para ninguém que o carnaval de 2021 vai ser o mais diferente dos últimos tempos.

A fase de vacinação, que começou há algumas semanas, está visando primeiramente grupos de risco e, além disso, sabemos que a vacina só garante imunidade contra o vírus após a segunda dose.

Isso significa que, apesar dos enormes passos que demos em direção ao fim da pandemia, ainda precisaremos seguir as normas de segurança por algum tempo, inclusive no carnaval.

E é por isso que, em todo o Brasil, os desfiles de escolas de samba e os tradicionais bloquinhos de rua foram cancelados, deixando muita gente sem saber o que fazer no carnaval.

Para as crianças, principalmente, que adoram o feriado para brincar e passear, se manter entretido em casa aparenta ser uma tarefa difícil.

Você sabia, no entanto, que existem formas de você aproveitar esse carnaval com o seu filho sem desrespeitar nenhuma das medidas de segurança contra o Covid-19?

Pensando nisso, preparamos esse artigo com algumas ideias do que fazer nesse período para que ele não passe em branco para você ou o seu pequeno.

Venha conferir!

Descanse

Aproveite a oportunidade para recarregar não só as energias do seu filho, mas as suas também. Façam maratonas de filmes, leituras e outras atividades relaxantes que servirão para descansar o corpo e a mente.

Além disso, aproveitem para dormir algumas horinhas extras e mandar o cansaço do dia a dia embora!

Visite familiares

Não há nada melhor do que visitar os avós, não é mesmo? Aquela comida caseira insubstituível e a companhia da família são, sem dúvidas, coisas que elevam o astral e proporcionam momentos felizes.

Nesse momento, é claro, tenha bastante cuidado e assegure-se que todos os familiares que participarão do encontro estejam se cuidando, praticando o distanciamento social e o uso de máscaras, além de evitar aglomerações.

Recomenda-se, ainda, que os encontros com a família sejam mais restritos aos membros mais próximos, evitando ao máximo a aglomeração de um número grande de pessoas.

Brincadeiras em casa

Já que precisamos evitar as ruas, que tal um pouco de diversão em casa? Sugira brincadeiras em família como caça ao tesouro, esconde-esconde ou até mesmo jogos de tabuleiro.

Isso fará com que vocês tenham um momento feliz em família além, é claro, de manter as crianças entretidas.

Cuidados básicos

Ninguém gosta de perder o carnaval por estar passando mal e, para que isso não aconteça, é necessário seguir uma série de dicas básicas que não têm relação direta com a pandemia, como por exemplo:

  • Cuidados com o sol: caso você e o seu filho decidam passar um dia em uma praia menos movimentada, por exemplo, não se esqueça de se assegurar que ele utilize camisas de proteção contra os raios solares, além de um protetor solar adequado. Isso evitará insolações e queimaduras que poderiam acabar atrapalhando o feriado inteiro.
  • Hidratação: seja em passeios ou até mesmo em casa, é importante lembrar que ainda estamos no verão e, portanto, é indispensável nos mantermos hidratados nessa época. Dê preferência à água, sucos naturais e água de coco e evite refrigerantes e outras bebidas gaseificadas.

Se cuidar em relação ao sol e a desidratação vai proteger você e o seu filho de possíveis problemas de saúde e, dessa maneira, garantir que não haja nada impedindo esse carnaval de ser divertido para toda a família.

Temos certeza que essas dicas vão fazer com que esse carnaval, mesmo diferente, seja inesquecível!

Como preparar seu filho para a chegada de um irmãozinho?

Descobrir que vai ter um irmão mais novo é sempre um momento confuso para uma criança, que passa por uma mistura de sensações boas e ruins, como alegria, insegurança e ciúme ao mesmo tempo.

Seu filho pode até apresentar alguns sinais de regressão, como voltar a fazer xixi na cama e parar de falar, com o intuito de garantir que a atenção esteja voltada completamente para ele. Nesse momento, os pais precisam ser calmos e compreensivos.

Hoje, separamos algumas dicas para que você atenue esse processo para o seu filho mais velho e prepare-o para a chegada do irmãozinho. Vamos lá?

Envolva seu filho na gestação

Para que seu filho entenda que ele continua sendo importante na família, uma das coisas importantes a se fazer é deixar que ele tenha voz nas escolhas da gestação. Deixe-o participar da escolha dos nomes e das peças do enxoval para que ele se sinta incluído e indispensável no processo. Além disso, peça-o para acariciar sua barriga e te acompanhar nas ultrassonografias para ver o bebê.

Leve-o a maternidade

Depois do parto, deixe que seu filho vá a maternidade para conhecer o irmãozinho o mais cedo possível, para que ele comece a criar laços o quanto antes. Se possível, dê a ele um presente, como se tivesse sido dado pelo bebê que acaba de chegar.

Converse

Fale com seu filho sobre a importância dele e o lugar insubstituível que ele ocupa na família, para evitar que ele pense que está sendo substituído. Isso o ajuda a entender que a relação entre irmãos é de parceria, e não de disputa por espaço e atenção.

Dê atenção para ele

Faça questão de reservar um tempo para brincar, conversar e interagir com o mais velho. Se possível, peça ocasionalmente para alguém cuidar do bebê para que você possa estar com o mais velho sem preocupações. Além disso, passeios com tios e avós também são bem-vindos nessas horas.

Fuja de mudanças na rotina do mais velho

Isso é essencial para que ele entenda que a vida não é afetada negativamente pela chegada do irmãozinho. A entrada na escolinha, por exemplo, deve ser feita apenas após o mais velho estar adaptado ao bebê, pois poderia parecer uma perda de espaço caso fosse feita agora. Isso, é claro, se ela não tiver sido feita durante a gestação.

Além dessas dicas, é essencial que você seja compreensiva com o mais velho caso ele se recuse a dar carinho ou tocar o bebê. Isso é natural e tende a mudar conforme o tempo passa. No entanto, seja firme nas repreensões caso ele extrapole os limites e tente agredir ou bebê ou algo do tipo. Converse de maneira séria e puna-o se for o caso, sempre deixando claro que ele está sendo punido exclusivamente pelas suas próprias ações.

E aí, gostou das dicas?

Como preparar seu filho para a volta às aulas

Com as férias chegando ao fim, muitas crianças costumam ter dificuldades para se adaptar novamente à rotina de estudos requerida para obter um bom desempenho na escola.

Para que essa transição ocorra da maneira mais saudável e natural possível é importante impôr algumas regras e limites no período final das férias para que as crianças já comecem a entender que a rotina normal está prestes a voltar.

Pensando nisso, separamos seis dicas importantíssimas para que você ajude seu filho a voltar ao ritmo de aulas.

Que tal conferir?

  1. Comece a reorganizar os horários: durante as férias é comum que as crianças não tenham horários muito rigorosos para comer, dormir e realizar as atividades do dia a dia. Na fase final do recesso, no entanto, é essencial que as crianças comecem a reorganizar os horários para que o choque não seja tão grande na volta às aulas. Uma dica é puxar os horários em 10 minutos a cada dia, até chegar em um horário próximo ao desejado durante o período de aulas. Isso vale tanto para os horários de refeição quanto de dormir e o tempo, varia, é claro, de acordo com o tamanho do ajuste a ser feito.
  2. De uma atenção especial ao sono: apesar de já ter sido mencionado na dica anterior, a hora de dormir merece uma atenção exclusiva. O ajuste mais difícil de ser feito é, sem dúvidas, o do sono. O corpo costuma demorar dias (ou até semanas) para se adaptar totalmente aos novos horários. Além disso, o sono influencia diretamente no humor das crianças e no bom funcionamento do corpo e mente durante o dia. Por isso, é sempre importante estar bem atento aos horários de sono do seu filho no período final das férias.
  3. Converse com seu filho sobre o fim das férias: apesar de parecer simples, conversar com os filhos sobre o fim do período de férias é crucial para que eles tenham total conhecimento do que está acontecendo. Tente focar nas partes boas da volta às aulas, como o reencontro com amigos, por exemplo.
  4. Prepare o material escolar: o material escolar é imprescindível para que seu filho não tenha problemas na escola. Normalmente, as escolas fornecem no início do ano uma lista de materiais sugeridos. Caso esse não seja o caso, entre em contato com a escola ou com outras mães para saber quais são os materiais necessários para o ano letivo. Além disso, tirar um dia para ir à papelaria com os filhos para comprar o material escolar é sempre divertido.
  5. Planeje o tempo de lazer: a volta às aulas e o lazer sempre devem coexistir para que a criança esteja feliz. O tempo de brincadeiras tende a diminuir, é claro, mas nunca deve ser retirado completamente da rotina. Uma dica é separar uma ou duas horas diárias de lazer durante os dias letivos para que seu filho se mantenha feliz sem atrapalhar o rendimento na escola.
  6. Aproveite o restante das férias: apesar de ser a última dica, ela não é menos importante que as outras, Aproveitar ao máximo o que resta das férias é importante para que a criança não volte às aulas com a sensação de que não fez tudo que gostaria de fazer. Dessa maneira, quando as aulas voltarem, a mente do seu filho vai estar totalmente voltada aos estudos, e não no tempo de férias desperdiçado.

Depois que as aulas voltarem, lembre-se de se manter atento ao desempenho do seu filho e de se comunicar com a escola a fim de identificar e resolver qualquer problema que possa surgir o mais rápido possível. Além disso, incentive-o a estudar e se interessar pelo aprendizado cada vez mais.

Com essas dicas, seu filho tem tudo para fazer uma transição de volta às aulas tranquila, feliz e sem nenhum problema que atrapalhe seu rendimento na escola!

Afinal, qual é a idade ideal para dar um aparelho eletrônico para o meu filho?

A tecnologia vem se aperfeiçoando ao longo dos anos e se tornando cada vez mais acessível para todos e, com isso, pessoas de todas as idades têm usado cada vez mais smartphones, tablets e aparelhos eletrônicos em geral. Mas a partir de que idade, exatamente, é saudável dar aparelhos eletrônicos para uma criança? Adultos, por terem o discernimento e a maturidade necessárias, conseguem fracionar o uso para que ele não afete a realização de outras tarefas do dia a dia, porém crianças não. Tendo isso em vista, é necessário levar uma série de fatores em consideração antes de decidir dar um smartphone, por exemplo, para o seu filho.

Segundo a doutora em Educação pela PUC-Rio, Andrea Ramal, é necessária bastante reflexão antes de entregar um aparelho eletrônico a uma criança antes dos 12 anos. Não necessariamente por elas não estarem prontas para manusear a tecnologia, mas sim por talvez não terem o preparo mental para fazê-lo. Para muitas crianças, a internet se torna a única maneira de enxergar o mundo, e é aí que mora o problema. Moderação e cautela são essenciais, principalmente se tratando de um ambiente onde todo tipo de coisa está presente.

Seguindo esse raciocínio, a doutora afirma que não existe idade pré-definida para que uma criança passe a ter acesso a internet. Isso vai variar de acordo com a maturidade de cada um, e o importante é que os pais sempre estejam por perto supervisionando, ocasinalmente, o uso, e garantindo que a criança não extrapole o tempo determinado para o acesso.

Afinal de contas, privar o filho do uso do acesso a internet não é a solução. Em um mundo cada vez mais digital, isso seria deixá-los obsoletos ao que acontece no planeta e até atrasados para o mercado de trabalho, futuramente, quando estarão competindo por vagas que exigem destrezas e conhecimento em aparelhos eletrônicos.

Mas quais cuidados tomar, exatamente, depois que o seu filho ganha um smartphone?

É importante que você imponha limites de uso, monitore e, é claro, dê o exemplo. Afinal, você é a maior influência do seu filho. Se assegure que ele entenda que a internet não é o único meio de comunicação e faça questão de conversar sobre os possíveis perigos da internet.

No fim das contas, então, não existe idade ideal. O que importa é acompanhar o desenvolvimento da criança e constatar que ele está maduro o suficiente para lidar com a tecnologia de maneira positiva. A partir daí, então, se faça presente e acompanhe a jornada do seu filho com o aparelho para garantir que ele esteja utilizando de maneira saudável e sem excessos.

Volta às aulas: como garantir que o retorno do seu filho à escola seja o mais seguro possível na pandemia

O mês de fevereiro começa hoje e com ele vem o retorno das aulas presenciais em grande parte das escolas do estado. A primeira coisa que pensamos ao saber disso, é claro, é no perigo de que as crianças contraiam o Covid-19, que ainda é uma preocupação real apesar da fase de vacinação já ter começado em alguns lugares.

Por isso, é importante que os pais e as escolas estejam atentos aos protocolos de segurança que devem ser seguidos para que as aulas presenciais ocorram sem comprometer a saúde dos pequenos e de suas famílias. De antemão, é importante lembrar que as escolas passaram quase um ano se preparando e se adequando para que a volta às aulas em 2021 pudesse acontecer e, por isso, segundo especialistas, são ambientes bastante seguros quando comparados ao resto. Ainda assim, no entanto, é importante que pais e filhos tenham conhecimento sobre as regras que vão constituir o ‘novo normal’ nas escolas.

Pensando nisso, separamos uma lista de coisas as quais os pais precisam estar atentos para que os filhos possam frequentar o ambiente escolar com segurança.

Material escolar

Se as aulas na escola do seu filho só forem começar após o feriado de carnaval, aproveite para comprar o material escolar o quanto antes. Apesar da expectativa de que as pessoas iriam às papelarias com antecedência nesse ano para evitar aglomerações, a realidade é a mesma de outros anos: a maioria das pessoas ainda está deixando para a última hora. Por isso, se for possível, adiante-se e evite correr esse risco desnecessário.

Outra dica é optar por papelaria que possuam lojas online e entreguem os materiais em casa. Nesse caso, no entanto, ainda é importante que a compra seja feita o quanto antes, para não correr o risco dos materiais não chegarem a tempo.

Medidas de segurança

É essencial reforçar a importância de seguir as normas de segurança que temos seguido nos últimos meses, especialmente em ambientes fechados como a escola.

  • Álcool em gel: o álcool em gel é a maneira mais segura de eliminar constantemente as bactérias que ficam nas mãos das crianças. Por colocarem as mãos no rosto e na boca constantemente, é indispensável que as mãos dos pequenos estejam sempre limpas.
  • Máscara: o uso de máscaras segue sendo indispensável para a vida em sociedade, especialmente em ambientes fechados. É importante conversar com as crianças e explicar a maneira correta de utilizar as máscaras, cobrindo nariz e boca. Além disso, explique que o uso da máscara deve ser contínuo e individual.
  • Distanciamento: apesar da implementação do distanciamento ser responsabilidade da escola, é importante conversar com as crianças sobre o distanciamento mínimo de um metro e meio de outros colegas e professores. As crianças adoram estar próximos de seus amigos e, por isso, é indispensável que os pais deem uma atenção especial à esse quesito.
  • Água: converse com seu filho sobre o perigo da utilização de bebedouros e providencie uma garrafinha de água individual para ele levar para a escola. Apesar da remoção de bebedouros ser de responsabilidade das escolas, é sempre melhor prevenir do que remediar.

Emocional

Seguir todas essas orientações e não poder ter contato direto com amigos tem, obviamente, um impacto na saúde mental das crianças. O momento que vivemos é extremamente complicado e afeta todos nós.

Manter um diálogo constante com os filhos é essencial para que eles se sintam acolhidos nessa hora de tantas mudanças. Além disso, as escolas devem instruir seus funcionários a serem mais atenciosos com as crianças para que elas se adaptem à essa nova realidade que, apesar de passageira, ainda vai durar algum tempo. Outro ponto para se atentar é a saúde mental das crianças antes mesmo da volta às aulas. Por estarem a tanto tempo confinados em casa, os pequenos podem precisar de uma atenção emocional maior.

Tenha em mente que seus filhos ainda são pequenos e podem ter dificuldades para compreender tudo que está acontecendo, principalmente quando se depararem com uma realidade escolar completamente diferente da que estavam acostumadas.

Entender tudo isso é o primeiro passo para que a volta às aulas presenciais aconteça sem causar prejuízos para os seus filhos. Unidos, os esforços da escola, das crianças e dos pais têm tudo para serem suficientes para combater o vírus nessa volta às aulas.

O que fazer se seu filho chora para ir à escola?

Um período de adaptação ao início da jornada na escola é normal para qualquer criança. Algumas lidam com isso melhor e se acostumam logo, enquanto outras choram e demoram um tempo para se adequar. Mas o que fazer se o seu filho continua chorando mesmo depois do processo de adaptação?

Foi pensando nisso que separamos algumas dicas de como prosseguir da melhor maneira caso isso esteja acontecendo com o seu filho, para que você não entre em pânico e ache que algo muito sério está acontecendo.

É importante frisar, primeiro, que isso é normal. Crianças de dois a três anos podem passar por um período de adaptação maior à escola, já que ainda são tão novas e ainda estão aprendendo a lidar com coisas novas e desafios em geral. Eles já entendem que a escola é sinônima de ficar longe da mãe e, por não saberem lidar com isso, choram! Além disso, eles passam a conviver com várias frustrações ao longo do dia, como ter horário definido para fazer cada coisa, e têm dificuldade para se adequar ao ‘novo normal’.

Vamos às dicas?

  • Mantenha a calma: demonstre ser calma e paciente em relação a esse assunto, já que a criança pode ficar ainda mais incomodada caso perceba que a situação também é frustrante para os pais.
  • Abuse do tradicional ‘vai passar’: converse com seu filho e tente fazê-lo entender que os problemas e frustrações que o estão incomodando são apenas passageiros e que isso faz parte do processo de crescimento. Além disso, aproveite para tentar entender a mesma coisa.
  • Converse com a escola: é importante manter um diálogo aberto com a escola quando isso acontece com a criança. Dessa forma, você evita negligenciar qualquer coisa que possa estar acontecendo com ele no ambiente escolar. Além disso, com os professores cientes da situação, eles podem trabalhar para tentar reduzir as frustrações desta fase da vida do seu filho.
  • Troque experiências com outros pais: estar em contato com os pais de outras crianças é essencial para que vocês troquem experiências e se ajudem nesse período de adaptação, já que esse problema é tão comum entre as crianças.

Em resumo, é importante manter a calma, conversar com as partes envolvidas e saber que este momento é passageiro. Fazendo isso, você vai conseguir amenizar esse período de adaptação do seu filho para que ele não se sinta tão frustrado.

E você, já passou por isso alguma vez?