COMO TRATAR DAS ASSADURAS DO BEBÊ

Durante os primeiros anos de vida a pele do bebê por ele ser mais sensível, fica mais exposta a absorver substâncias que provocam irritações.
A assadura aparece quando ocorre o aumento da temperatura e umidade do local, deixando a pele mais propensa à irritação. Podem influenciar no aparecimento das assaduras, das diarreias, infecções ou até mesmo nascimento dos dentes. Mas os cuidados podem ajudar a evitá-las.
Pode prevenir as assaduras através da troca de fralda com frequência, assim mantendo a criança mais seca. De vez em quando deixar o bebe sem nada também ajuda na respiração da pele.
O eritema, mais conhecido como assadura da fralda, é um tipo de irritação na pele que atinge a zona coberta pela fralda. A mãe deve analisar se a pele do bebê que fica em contato com a fralda como as genitais, virilhas, nádegas, parte superior das coxas ou parte inferior do abdômen está avermelhada, quente ou com bolinhas.
Quando o bebê está com a pele assada, ele chora e fica bastante incomodado, até porque a pele está sensível e dolorida.
Dicas de como tratar assadura do bebê:
Deixar o bebê sem fralda por alguns minutos todos os dias: Como já dito, ajuda na respiração da pele, evitando umidade;
Utilizar pomadas para assadura, sempre ao trocar a fralda: A pomada ajuda na cicatrização, tratando a pele. Nesse caso, lembre-se de sempre conversar com o pediatra antes de utilizar o produto no seu bebê.
Trocar a fralda com frequência: Evite que as fezes e a urina fiquem por muito tempo no interior da fralda. Muito importante saber que os lenços umedecidos com substância químicos, podem provocar mais irritação da pele, piorando a assadura;
A assadura pode ser passageira quando tratada, porém se não cuidar pode evoluir uma candidíase ou até mesmo uma infecção bacteriana.
A assadura do bebê na maioria das vezes pode ser causada pelo calor, umidade e pelo contato das fezes com a pele durante muito tempo na pele.
Pode também ser causada por conta dos lenços umedecidos ou a falta de higiene.
Talco caseiro
O talco caseiro pode ser usado em crianças de todas as idades, além de ajudar a acalmar a pele, serve como calmantes e anti-inflamatórias da camomila e o efeito do antisséptico da própolis, que ajuda a combater infecções.
Ingredientes:
3 colheres de sopa de maisena;
5 gotas de tintura de própolis;
2 gostas de óleo essencial de camomila.
Modo de preparo:
Peneire a maisena em um prato e reserve. Misture a tintura e o óleo essencial em um vaporizador pequeno, com a função de borrifar como um perfume de preferência. Em seguida, borrifar a mistura em cima da maisena com cuidado, para não formar grumos. Assim que estiver seco, armazene em um pote de talco e use sempre no bebê.
Observação importante: Evite colocar no rosto da criança. Esse talco tem a durabilidade de até 6 meses, contando a partir do dia que foi feito.
Fonte: https://www.tuasaude.com/como-identificar-assaduras-nos-bebes/#:~:text=O%20que%20fazer%20para%20tratar%20a%20assadura%20do%20beb%C3%AA&text=Aplicar%20uma%20pomada%20para%20assadura,ajudando%20a%20tratar%20a%20assadura.

IMPORTÂNCIA DA DOAÇÃO DO LEITE HUMANO

19 de maio é o dia Mundial de doação de leite humano, foi definido durante o V Congresso Brasileiro de Bancos de Leite Humano e o I Fórum de Cooperação Internacional em Bancos de Leite Humano, realizados em 2010, em Brasília, com a presença de representantes de 23 países.
A doação do leite humano ajuda a salvar vidas. Quando uma mãe doa o leite humano (leite materno), salva a vida de um bebê prematuro, da mãe que não teve sorte de dá leite, dos bebês doentes que precisam do leite humano para ajudar no amadurecimento do seu sistema gastrointestinal, entre outros motivos. Com a doação, reduz a mortalidade destes pacientes que são pequenos e vulneráveis por terem sua imunidade reduzida.
A doadora também se beneficia com a doação, alivia os sintomas da mama cheia, ajuda a manter a produção de leite humano, protege a mama de problemas como mastite e ingurgitamento mamário. Além do principal, ajuda outras mulheres e crianças, aumentando assim a autoestima por auxiliar outras mulheres com rede de solidariedade e muito amor.
Um pote de leite humano pode alimentar até 10 bebês por dia.
A mulher que doar o leite deve ficar atenta algumas recomendações importantes de como preparar o frasco da doação:

O frasco deve ser de vidro, tampa de plástico, boca larga, como de café solúvel;
Lave o frasco;
Retire o rótulo e o papel de dentro da tampa;
Coloque o frasco e a tampa numa panela, cobrindo- os com água;
Ferva- os por 15 minutos;
Escorra com a abertura voltada para baixo;
Utilize pano limpo, na hora de secar;
Feche o frasco sem tocar com as mãos na parte interna da tampa;

Muito importante à higiene da mulher para evitar contaminação do leite doado.

Lavar as mamas somente com água;
Lavar as mãos até o cotovelo, seguindo todas as normas;
Usar touca para cobrir os cabelos;
Utilizar máscara sobre o nariz e boca;

Pode-se fazer a retirada do leite a partir do nascimento do bebê, após cada mamada.
Deve deixar o bebê mamar normal, até o momento que ele se sentir satisfeito, após essa hora que pode retirar seu leite para adoção.

Assim que a mulher decide doar seu leite humano, deve entrar em contato com o banco de leite humano mais próximo da sua casa ou ligar para o Disque Saúde 136, primeiro é necessário realizar o cadastro.
Após o agendamento da visita da equipe do banco de leite, os profissionais explicam pessoalmente como realizar a coleta corretamente para assim, não haver contaminação. O banco de leite também distribui máscara, touca e frascos de vidro para realizar a doação de forma higiênica e correta.

A mulher não deverá amamentar o seu bebê, nem fazer a doação do leite materno nos seguintes casos:
Se estiver doente;
Se estiver tomando alguma medicação;
Se estiver infectada com algum vírus de doenças graves;
Se for usuária de drogas e bebidas alcoólicas;

Sendo assim, a mulher não poderá fazer a doação de leite para não prejudicar a saúde do bebê que irá receber esse leite.

Fonte: https://www.tuasaude.com/como-doar-leite-materno/#:~:text=Toda%20mulher%20saud%C3%A1vel%20e%20que,pr%C3%B3ximo%20para%20fazer%20a%20doa%C3%A7%C3%A3o.

Nova lei da cadeirinha nos veículos para crianças.

No dia 12 de abril entrou em vigor a nova versão da “lei da cadeirinha”. Traz mudanças importantes para o transporte de crianças. Entre elas está à obrigatoriedade para crianças com até 10 anos de idade ou que tenham menos de 1,45m devem ser transportadas no banco traseiro e usar os dispositivos de altura, as cadeirinhas. O uso do cinto de segurança também é obrigatório.
Quem desrespeitar as novas regras poderá ser autuado com uma multa de infração gravíssima, no valor de R$ 293,47 e 7 pontos na carteira.
Além disso, a nova lei traz adequações em função do peso e da altura das crianças, proporcionando ainda mais segurança no momento de escolher o dispositivo.

Conheça as cadeirinhas ideais para cada idade e observe as mudanças

• Bebê conforto: indicado para crianças de até um ano de idade e até 13 kg. O bebê deve ser colocado no banco traseiro e posicionado ao contrário, pois assim estará protegido caso haja um impacto maior quando o carro estiver em movimento.

• Assento infantil (Cadeirinha): utilizada para crianças de 1 a 4 anos de idade, que tenham entre 9 e 18 kg. Deve ser fixado no banco traseiro e criança deve ser posicionada para a frente, na direção do movimento do carro.
• Assento de elevação: indicado para crianças de 4 a 7 anos e meio de idade que não tenham atingido 1,45 m de altura, com peso entre 15 e 36 kg. A criança deve ser transportada no banco de trás sentada no banco de elevação, que permitirá o uso correto do cinto.
• Crianças com mais de 7 anos e meio de idade até 10 anos que ainda não tenham atingido 1,45 m de altura: banco traseiro, usando o cinto de segurança.

A importância da cadeirinha para as crianças

O uso das cadeirinhas de segurança para as crianças tem um único objetivo: proteger a vida dos pequenos em caso de acidente. Um estudo realizado recentemente pela Fundación Mapfre mostra que no Brasil morrem 32 crianças em acidentes de trânsito para cada milhão de habitantes de 0 a 14 anos. Grande parte dessas mortes se dá pelo não uso das cadeirinhas de segurança.

Conforto e segurança

Sabemos que a segurança é muito importante, mas saber se a criança está confortável é indispensável!
Por esse motivo, verifique se o modelo escolhido é o ideal para o conforto do seu pequeno e nunca deixe a criança em um longo período na mesma posição na cadeirinha, pois pode ser prejudicial à sua saúde.
Além disso, antes de fixar a cadeirinha no veículo, tenha sempre o manual de instruções em mãos e certifique-se se ela está sendo posicionada da forma correta, pois uma cadeirinha mal instalada pode causar grandes danos e que podem colocar em risco a vida da criança.
Agora que você já sabe da nova lei, vamos garantir a segurança do seu filho e adquirir a cadeirinha ideal para ele!

Como os pais podem ajudar no desempenho escolar dos filhos

Em um mundo cada vez mais rápido e corrido muitos pais não encontram tempo hábil para acompanhar o desempenho escolar dos filhos no dia a dia e, com isso, presumem que tudo está correndo bem.

O choque acontece, no entanto, quando o filho não está dando conta de acompanhar o ritmo de estudos necessário e o reflexo disso é observado nas suas notas.

Embora os pais normalmente fiquem decepcionados e coloquem os filhos de castigo, é importante saber que é possível ajudar de outras formas para que esse quadro seja revertido.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando as possíveis causas do baixo rendimento escolar e mostrando maneiras de ajudar a reverter essa situação.

Que tal conferir?

O que pode causar o baixo rendimento escolar?

Existe uma série de fatores que podem estar sendo determinantes para o mau desempenho do seu filho na escola como, por exemplo:

  • Dificuldades para enxergar ou escutar;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Distúrbios relacionados ao sono;
  • Baixa autoestima.

Além disso, existem alguns transtornos bastante comuns que podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças como o déficit de atenção, hiperatividade e dislexia.

É recomendado que seja feito um acompanhamento pediátrico para identificar qualquer problema de saúde mental ou física que possa estar impactando a capacidade de aprendizado do seu filho.

Por último, atente-se a mudanças de comportamento repentinas já que elas podem indicar problemas como o bullying, por exemplo, que é um grande influenciador do rendimento das crianças.

E como ajudar na melhoria desse quadro?

  • Seja mais participativo

Ser presente na vida escolar do seu filho é o primeiro passo para que você possa oferecer qualquer tipo de suporte, afinal, só é possível ajudar se você souber o que está acontecendo.

Além disso, incentive e promova uma comunicação o mais aberta possível para que ele possa conversar com você sobre qualquer dificuldade que possa estar passando na escola ou fora dela.

Tudo isso ajuda a facilitar o processo de identificar problemas que possam estar causando o baixo rendimento escolar.

  • Não cobre rendimento escolar em excesso

Crianças que são forçadas a lidar com grandes cobranças e expectativas podem desenvolver problemas crônicos como a ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que sua qualidade de vida e interesse pelos estudos diminuam.

Tenha em mente que, apesar da cobrança ser necessária, é importante traçar um limite saudável para que a criança não se sinta psicologicamente ameaçada e encurralada.

Ou seja, respeite os limites e o ritmo do seu filho e ajuste suas expectativas conforme o que el pode realmente entregar de resultado.

  • Ensine-o a se concentrar e organizar

Fazer várias tarefas ao mesmo tempo é um dos maiores inimigos do rendimento. Muitas vezes as crianças tentam realizar diversos deveres de uma vez só ou até mesmo aprender muitas coisas em um dia e acabam não absorvendo o conteúdo que deveriam por conta de uma sobrecarga.

É por isso que é importante ensiná-los a terem calma e organizarem as tarefas para que cada uma possa ser realizada de maneira tranquila e sem afobação.

Isso demanda um bom exemplo além da conversa, ou seja, evite tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo na frente das crianças e mostre que se concentrar é essencial para a realização de qualquer atividade, seja ela ligada aos estudos ou não.

Além disso, preze por um ambiente de estudos limpo e sem distrações que possam interferir na concentração do pequeno.

  • Disponibilize-se para ajudar

É extremamente importante que o seu filho saiba que pode contar com você quando precisar de ajuda com tarefas de casa, estudos ou qualquer outra coisa ligada à escola.

Isso faz com que ele sinta que possui em você um porto seguro para qualquer dificuldade que possa ter, aumentando a confiança em si mesmo e diminuindo o estresse relacionado ao medo de falhar.

Além de ajudar no rendimento escolar, essa dica é importantíssima para a preservação da saúde mental do pequeno e pode evitar transtornos como a ansiedade.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar colaborar com o rendimento escolar do seu filho e fazer com que ele não tenha mais problemas com a escola.

E aí, o que achou?

Como organizar uma festa do pijama segura para as crianças

Não é segredo para ninguém que a pandemia tem nos obrigado a encontrar maneiras diferentes de manter contato com família, amigos e pessoas queridas.

Para as crianças, especialmente, esse isolamento é extremamente cruel, já que elas estão acostumadas a viver rodeadas de amiguinhos.

É seguro afirmar, inclusive, que um desenvolvimento saudável de uma criança está altamente ligado ao nível de socialização e à qualidade dos laços criados com outras pessoas, desde a família até amigos.

Por isso é importante buscar maneiras de manter um certo nível de socialização para os pequenos no início dessa fase final de pandemia, desde que com todos os cuidados necessários para que os riscos à saúde sejam os menores possíveis.

É importante ter em mente, primeiramente, que os encontros devem ser com poucas pessoas e bem reservados.

Pensando nisso preparamos uma série de dicas para que você faça uma festa do pijama segura para o seu filho e alguns amigos.

Que tal conferir?

Ambiente

Escolher um ambiente espaçoso e bem ventilado é essencial para que a festa do pijama corra bem.

Uma boa dica é afastar os móveis da sala e colocar colchões, sacos de dormir ou até mesmo barracas para que as crianças brinquem e depois durmam.

Outra coisa importante é retirar qualquer objeto que possa ser perigoso, pesado ou frágil de perto do ambiente das crianças. Isso faz com que as chances de acidentes diminuam e, portanto, deixa os pequenos mais seguros.

Cardápio

Tenha em mente que o ideal é que as festas comecem por volta das 18h para que as crianças não cheguem cansadas e sonolentas.

Para que elas não comecem a diversão de barriga vazia, prepare um lanche saudável logo no início da noite para garantir que todos fiquem de barriga cheia!

Vale apostar em opções como nuggets de legumes, saladas de frutas, sucos naturais e biscoitos integrais.

Faça um planejamento

Juntar crianças sem um planejamento mínimo de atividades é um convite enorme para a bagunça e confusão.

Sabendo disso, planeje-se para que as crianças tenham o que fazer do momento que chegarem até a hora de dormir.

Além disso, planejar uma série de atividades garante que as crianças estejam cansadas e com sono na hora de dormir, evitando maiores dificuldades no momento de descanso.

Prevenção contra o Covid-19

Em tempos de pandemia é extremamente importante ter em mente uma série de protocolos a serem seguidos para que qualquer reunião de pessoas, por menor que seja, possa ocorrer com o mínimo de risco possível para os envolvidos.

Por isso, ao elaborar a lista de convidados para a festa do pijama, opte por crianças que você tenha ciênciaa que estão se cuidando e se prevenindo no dia a dia.

Além disso, certifique-se de manter o número de convidados baixo já que ainda precisamos evitar grandes aglomerações. Uma festinha com três ou quatro amigos, por exemplo, já deve ser o suficiente.

Quando os pequenos chegarem peça-os para limparem as mãos com álcool em gel e deixar os sapatos do lado de fora a fim de diminuir a possibilidade de contágio do vírus.

Além disso não deixe que, durante a festinha, eles compartilhem objetos de uso pessoal como copos, talheres, escovas de dentes e outros.

Essas dicas devem garantir que o seu filho possa encontrar os amigos com segurança e socializar um pouco nessa fase da pandemia.

Esperamos ter ajudado!

E aí, curtiu?

Como cuidar da saúde mental dos filhos

A saúde mental é um tópico que está cada vez mais em alta nos dias de hoje.

Muito se fala do bem-estar psicológico de jovens, adultos e idosos e isso, claro, é excelente.

O problema é que muitas vezes acabamos nos esquecendo de dar a atenção necessária para a saúde mental das crianças e, com isso, acabamos negligenciando problemas como o estresse, ansiedade e até mesmo a depressão infantil.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando como cuidar da saúde mental das crianças e contribuir para que elas tenham um desenvolvimento psicológico saudável.

Que tal conferir?

Como cuidar da saúde mental de crianças

  • Causas dos problemas

Para começar a resolver qualquer tipo de situação adversa na vida é necessário entender as causas de um problema para, então, botar em prática uma série de medidas corretivas.

Quando falamos da saúde mental de crianças, especificamente, é importante ter em mente que os principais causadores de transtornos psicológicos nessa fase da vida são o bullying, falta de afeto, cobrança exagerada dos pais e até mesmo traumas e violência física.

Como as crianças ainda não possuem bagagem e experiência emocional o suficiente para lidar com esses problemas elas acabam desenvolvendo transtornos de estresse e ansiedade, por exemplo.

  • Quais são as soluções

Apesar do acompanhamento psicológico ser recomendado para pessoas de todas as idades independentemente de apresentarem transtornos mentais ou não, muitos problemas psicológicos das crianças podem ser resolvidos apenas com o suporte familiar.

Para isso, primeiramente, é necessário identificar comportamentos atípicos que indiquem algum problema relacionado à saúde mental.

Agressividade, pessimismo e dificuldade de concentração, por exemplo, são alguns sinais de que a criança pode estar precisando de ajuda.

É essencial que os pais estejam junto dos filhos durante a infância e a fase de desenvolvimento e criem estruturam domiciliares saudáveis para que a criança possa crescer de maneira sadia.

Isso significa ter empatia, compreensão e empenho para conversar e entender a criança o máximo possível.

Além disso, evite brigar de maneira excessivamente ríspida já que a criança já está previamente fragilizada e pode acabar sofrendo ainda mais por causa disso.

Assim como os adultos as crianças precisam dialogar sobre suas inseguranças, medos e desafios. Isso faz com que elas se sintam compreendidas e apoiadas em meio a qualquer tipo de adversidade que estejam enfrentando, por mais simples que seja.

Quando devo procurar ajuda?

Por último é importante ter em mente que, às vezes, o suporte dos pais não é o suficiente para lidar de maneira adequada com os problemas psicológicos dos filhos.

Isso significa, então, que um profissional capacitado deve ser procurado para fornecer auxilio especializado.

Apesar de não existir uma fórmula exata para descobrir qual é o momento de buscar ajuda, é importante ter a sensibilidade de entender os comportamentos da criança e a progressão dos sintomas.

Sendo assim, a persistência do comportamento incomum por um longo período de tempo é um indicador de que a criança precisa de acompanhamento psicológico.

Tendo tudo isso em mente temos certeza que você está mais preparado para lidar com possíveis transtornos psicológicos que o seu filho pode ter ao longo da infância.

E aí, curtiu?

Saiba qual é a idade ideal para seu filho começar a praticar esportes.

Os esportes são parte fundamental do desenvolvimento de uma criança, já que servem para a melhora das habilidades motoras e comunicativas. Muitos pais, no entanto, não sabem qual é o momento ideal para que seus filhos comecem a praticar esportes.

O texto de hoje é para te ajudar a entender melhor tudo que envolve o início da prática de atividades físicas para crianças.

Primeiro, o básico: esteja sempre atento ao desenvolvimento das habilidades motoras e de comunicação do seu filho, já que elas são essenciais para a prática de qualquer esporte, já que eles requerem algum grau de independência. É claro, no entanto, que cada esporte exige uma destreza diferente e, por isso, cada um tem uma idade mais apropriada para início.

Agora, ao que interessa: qual é a idade ideal para que meu filho comece a praticar cada esporte?

Natação

Segundo especialistas, a natação pode ser praticada desde a primeira idade, com a condição de ter sempre o acompanhamento profissional, é claro. O início das atividades na piscina é feita de maneira lúdica, para que o bebê se familiarize com a água e possa desenvolver cada vez mais suas habilidades, até estar apta para começar a praticar de fato. Além disso, o volume do treino deve aumentar conforme a idade.

Futebol

As escolinhas de futebol aceitam alunos a partir dos três anos de idade e, assim como a natação, começam de forma lúdica e divertida. A partir dos 6 anos, aproximadamente, é que as crianças começam a treinar os fundamentos básicos do esporte, como o passe, o chute e o drible. Por ser um esporte extremamente popular no país, as escolinhas de futebol costumam sempre ter muitas crianças e promover um ambiente muito positivo para o desenvolvimento social do seu filho.

Surfe

Por se tratar de um esporte praticado no mar, o surfe oferece um perigo ao seu filho caso não possua supervisão e orientação profissionais adequadas e, por isso, deve sempre ser praticado em escolinhas especializadas. Tendo isso em mente, a partir dos quatro anos de idade é possível iniciar as atividades em uma escolinha. O professor deve estar sempre atento ao desenvolvimento individual de cada aluno, adequando as aulas para que todos evoluam ser se sentirem frustrados.

Artes marciais

É recomendado que as artes marciais sejam iniciadas a partir dos sete anos, já que são esportes de maior exigência física. A partir daí, o treinamento é desenvolvido de forma menos intensa até os 13 anos, quando a criança pode de fato começar a aumentar o nível dos treinamentos. As artes marciais, além de ajudarem a manter as crianças ativas fisicamente, ajuda no aprendizado de valores como a disciplina e o comprometimento.

As atividades físicas servem para melhorar a auto-estima, a socialização, a coordenação motora e inúmeros outros fatores físicos e mentais.

Agora que você sabe a idade ideal para que seu filho inicie a prática de um esporte, basta que vocês escolham o que ele prefere para ele começar!

Descubra como aproveitar o carnaval em tempos de pandemia

Não é segredo para ninguém que o carnaval de 2021 vai ser o mais diferente dos últimos tempos.

A fase de vacinação, que começou há algumas semanas, está visando primeiramente grupos de risco e, além disso, sabemos que a vacina só garante imunidade contra o vírus após a segunda dose.

Isso significa que, apesar dos enormes passos que demos em direção ao fim da pandemia, ainda precisaremos seguir as normas de segurança por algum tempo, inclusive no carnaval.

E é por isso que, em todo o Brasil, os desfiles de escolas de samba e os tradicionais bloquinhos de rua foram cancelados, deixando muita gente sem saber o que fazer no carnaval.

Para as crianças, principalmente, que adoram o feriado para brincar e passear, se manter entretido em casa aparenta ser uma tarefa difícil.

Você sabia, no entanto, que existem formas de você aproveitar esse carnaval com o seu filho sem desrespeitar nenhuma das medidas de segurança contra o Covid-19?

Pensando nisso, preparamos esse artigo com algumas ideias do que fazer nesse período para que ele não passe em branco para você ou o seu pequeno.

Venha conferir!

Descanse

Aproveite a oportunidade para recarregar não só as energias do seu filho, mas as suas também. Façam maratonas de filmes, leituras e outras atividades relaxantes que servirão para descansar o corpo e a mente.

Além disso, aproveitem para dormir algumas horinhas extras e mandar o cansaço do dia a dia embora!

Visite familiares

Não há nada melhor do que visitar os avós, não é mesmo? Aquela comida caseira insubstituível e a companhia da família são, sem dúvidas, coisas que elevam o astral e proporcionam momentos felizes.

Nesse momento, é claro, tenha bastante cuidado e assegure-se que todos os familiares que participarão do encontro estejam se cuidando, praticando o distanciamento social e o uso de máscaras, além de evitar aglomerações.

Recomenda-se, ainda, que os encontros com a família sejam mais restritos aos membros mais próximos, evitando ao máximo a aglomeração de um número grande de pessoas.

Brincadeiras em casa

Já que precisamos evitar as ruas, que tal um pouco de diversão em casa? Sugira brincadeiras em família como caça ao tesouro, esconde-esconde ou até mesmo jogos de tabuleiro.

Isso fará com que vocês tenham um momento feliz em família além, é claro, de manter as crianças entretidas.

Cuidados básicos

Ninguém gosta de perder o carnaval por estar passando mal e, para que isso não aconteça, é necessário seguir uma série de dicas básicas que não têm relação direta com a pandemia, como por exemplo:

  • Cuidados com o sol: caso você e o seu filho decidam passar um dia em uma praia menos movimentada, por exemplo, não se esqueça de se assegurar que ele utilize camisas de proteção contra os raios solares, além de um protetor solar adequado. Isso evitará insolações e queimaduras que poderiam acabar atrapalhando o feriado inteiro.
  • Hidratação: seja em passeios ou até mesmo em casa, é importante lembrar que ainda estamos no verão e, portanto, é indispensável nos mantermos hidratados nessa época. Dê preferência à água, sucos naturais e água de coco e evite refrigerantes e outras bebidas gaseificadas.

Se cuidar em relação ao sol e a desidratação vai proteger você e o seu filho de possíveis problemas de saúde e, dessa maneira, garantir que não haja nada impedindo esse carnaval de ser divertido para toda a família.

Temos certeza que essas dicas vão fazer com que esse carnaval, mesmo diferente, seja inesquecível!

Como preparar seu filho para a chegada de um irmãozinho?

Descobrir que vai ter um irmão mais novo é sempre um momento confuso para uma criança, que passa por uma mistura de sensações boas e ruins, como alegria, insegurança e ciúme ao mesmo tempo.

Seu filho pode até apresentar alguns sinais de regressão, como voltar a fazer xixi na cama e parar de falar, com o intuito de garantir que a atenção esteja voltada completamente para ele. Nesse momento, os pais precisam ser calmos e compreensivos.

Hoje, separamos algumas dicas para que você atenue esse processo para o seu filho mais velho e prepare-o para a chegada do irmãozinho. Vamos lá?

Envolva seu filho na gestação

Para que seu filho entenda que ele continua sendo importante na família, uma das coisas importantes a se fazer é deixar que ele tenha voz nas escolhas da gestação. Deixe-o participar da escolha dos nomes e das peças do enxoval para que ele se sinta incluído e indispensável no processo. Além disso, peça-o para acariciar sua barriga e te acompanhar nas ultrassonografias para ver o bebê.

Leve-o a maternidade

Depois do parto, deixe que seu filho vá a maternidade para conhecer o irmãozinho o mais cedo possível, para que ele comece a criar laços o quanto antes. Se possível, dê a ele um presente, como se tivesse sido dado pelo bebê que acaba de chegar.

Converse

Fale com seu filho sobre a importância dele e o lugar insubstituível que ele ocupa na família, para evitar que ele pense que está sendo substituído. Isso o ajuda a entender que a relação entre irmãos é de parceria, e não de disputa por espaço e atenção.

Dê atenção para ele

Faça questão de reservar um tempo para brincar, conversar e interagir com o mais velho. Se possível, peça ocasionalmente para alguém cuidar do bebê para que você possa estar com o mais velho sem preocupações. Além disso, passeios com tios e avós também são bem-vindos nessas horas.

Fuja de mudanças na rotina do mais velho

Isso é essencial para que ele entenda que a vida não é afetada negativamente pela chegada do irmãozinho. A entrada na escolinha, por exemplo, deve ser feita apenas após o mais velho estar adaptado ao bebê, pois poderia parecer uma perda de espaço caso fosse feita agora. Isso, é claro, se ela não tiver sido feita durante a gestação.

Além dessas dicas, é essencial que você seja compreensiva com o mais velho caso ele se recuse a dar carinho ou tocar o bebê. Isso é natural e tende a mudar conforme o tempo passa. No entanto, seja firme nas repreensões caso ele extrapole os limites e tente agredir ou bebê ou algo do tipo. Converse de maneira séria e puna-o se for o caso, sempre deixando claro que ele está sendo punido exclusivamente pelas suas próprias ações.

E aí, gostou das dicas?

Como preparar seu filho para a volta às aulas

Com as férias chegando ao fim, muitas crianças costumam ter dificuldades para se adaptar novamente à rotina de estudos requerida para obter um bom desempenho na escola.

Para que essa transição ocorra da maneira mais saudável e natural possível é importante impôr algumas regras e limites no período final das férias para que as crianças já comecem a entender que a rotina normal está prestes a voltar.

Pensando nisso, separamos seis dicas importantíssimas para que você ajude seu filho a voltar ao ritmo de aulas.

Que tal conferir?

  1. Comece a reorganizar os horários: durante as férias é comum que as crianças não tenham horários muito rigorosos para comer, dormir e realizar as atividades do dia a dia. Na fase final do recesso, no entanto, é essencial que as crianças comecem a reorganizar os horários para que o choque não seja tão grande na volta às aulas. Uma dica é puxar os horários em 10 minutos a cada dia, até chegar em um horário próximo ao desejado durante o período de aulas. Isso vale tanto para os horários de refeição quanto de dormir e o tempo, varia, é claro, de acordo com o tamanho do ajuste a ser feito.
  2. De uma atenção especial ao sono: apesar de já ter sido mencionado na dica anterior, a hora de dormir merece uma atenção exclusiva. O ajuste mais difícil de ser feito é, sem dúvidas, o do sono. O corpo costuma demorar dias (ou até semanas) para se adaptar totalmente aos novos horários. Além disso, o sono influencia diretamente no humor das crianças e no bom funcionamento do corpo e mente durante o dia. Por isso, é sempre importante estar bem atento aos horários de sono do seu filho no período final das férias.
  3. Converse com seu filho sobre o fim das férias: apesar de parecer simples, conversar com os filhos sobre o fim do período de férias é crucial para que eles tenham total conhecimento do que está acontecendo. Tente focar nas partes boas da volta às aulas, como o reencontro com amigos, por exemplo.
  4. Prepare o material escolar: o material escolar é imprescindível para que seu filho não tenha problemas na escola. Normalmente, as escolas fornecem no início do ano uma lista de materiais sugeridos. Caso esse não seja o caso, entre em contato com a escola ou com outras mães para saber quais são os materiais necessários para o ano letivo. Além disso, tirar um dia para ir à papelaria com os filhos para comprar o material escolar é sempre divertido.
  5. Planeje o tempo de lazer: a volta às aulas e o lazer sempre devem coexistir para que a criança esteja feliz. O tempo de brincadeiras tende a diminuir, é claro, mas nunca deve ser retirado completamente da rotina. Uma dica é separar uma ou duas horas diárias de lazer durante os dias letivos para que seu filho se mantenha feliz sem atrapalhar o rendimento na escola.
  6. Aproveite o restante das férias: apesar de ser a última dica, ela não é menos importante que as outras, Aproveitar ao máximo o que resta das férias é importante para que a criança não volte às aulas com a sensação de que não fez tudo que gostaria de fazer. Dessa maneira, quando as aulas voltarem, a mente do seu filho vai estar totalmente voltada aos estudos, e não no tempo de férias desperdiçado.

Depois que as aulas voltarem, lembre-se de se manter atento ao desempenho do seu filho e de se comunicar com a escola a fim de identificar e resolver qualquer problema que possa surgir o mais rápido possível. Além disso, incentive-o a estudar e se interessar pelo aprendizado cada vez mais.

Com essas dicas, seu filho tem tudo para fazer uma transição de volta às aulas tranquila, feliz e sem nenhum problema que atrapalhe seu rendimento na escola!