Como os pais podem ajudar no desempenho escolar dos filhos

Em um mundo cada vez mais rápido e corrido muitos pais não encontram tempo hábil para acompanhar o desempenho escolar dos filhos no dia a dia e, com isso, presumem que tudo está correndo bem.

O choque acontece, no entanto, quando o filho não está dando conta de acompanhar o ritmo de estudos necessário e o reflexo disso é observado nas suas notas.

Embora os pais normalmente fiquem decepcionados e coloquem os filhos de castigo, é importante saber que é possível ajudar de outras formas para que esse quadro seja revertido.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando as possíveis causas do baixo rendimento escolar e mostrando maneiras de ajudar a reverter essa situação.

Que tal conferir?

O que pode causar o baixo rendimento escolar?

Existe uma série de fatores que podem estar sendo determinantes para o mau desempenho do seu filho na escola como, por exemplo:

  • Dificuldades para enxergar ou escutar;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Distúrbios relacionados ao sono;
  • Baixa autoestima.

Além disso, existem alguns transtornos bastante comuns que podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças como o déficit de atenção, hiperatividade e dislexia.

É recomendado que seja feito um acompanhamento pediátrico para identificar qualquer problema de saúde mental ou física que possa estar impactando a capacidade de aprendizado do seu filho.

Por último, atente-se a mudanças de comportamento repentinas já que elas podem indicar problemas como o bullying, por exemplo, que é um grande influenciador do rendimento das crianças.

E como ajudar na melhoria desse quadro?

  • Seja mais participativo

Ser presente na vida escolar do seu filho é o primeiro passo para que você possa oferecer qualquer tipo de suporte, afinal, só é possível ajudar se você souber o que está acontecendo.

Além disso, incentive e promova uma comunicação o mais aberta possível para que ele possa conversar com você sobre qualquer dificuldade que possa estar passando na escola ou fora dela.

Tudo isso ajuda a facilitar o processo de identificar problemas que possam estar causando o baixo rendimento escolar.

  • Não cobre rendimento escolar em excesso

Crianças que são forçadas a lidar com grandes cobranças e expectativas podem desenvolver problemas crônicos como a ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que sua qualidade de vida e interesse pelos estudos diminuam.

Tenha em mente que, apesar da cobrança ser necessária, é importante traçar um limite saudável para que a criança não se sinta psicologicamente ameaçada e encurralada.

Ou seja, respeite os limites e o ritmo do seu filho e ajuste suas expectativas conforme o que el pode realmente entregar de resultado.

  • Ensine-o a se concentrar e organizar

Fazer várias tarefas ao mesmo tempo é um dos maiores inimigos do rendimento. Muitas vezes as crianças tentam realizar diversos deveres de uma vez só ou até mesmo aprender muitas coisas em um dia e acabam não absorvendo o conteúdo que deveriam por conta de uma sobrecarga.

É por isso que é importante ensiná-los a terem calma e organizarem as tarefas para que cada uma possa ser realizada de maneira tranquila e sem afobação.

Isso demanda um bom exemplo além da conversa, ou seja, evite tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo na frente das crianças e mostre que se concentrar é essencial para a realização de qualquer atividade, seja ela ligada aos estudos ou não.

Além disso, preze por um ambiente de estudos limpo e sem distrações que possam interferir na concentração do pequeno.

  • Disponibilize-se para ajudar

É extremamente importante que o seu filho saiba que pode contar com você quando precisar de ajuda com tarefas de casa, estudos ou qualquer outra coisa ligada à escola.

Isso faz com que ele sinta que possui em você um porto seguro para qualquer dificuldade que possa ter, aumentando a confiança em si mesmo e diminuindo o estresse relacionado ao medo de falhar.

Além de ajudar no rendimento escolar, essa dica é importantíssima para a preservação da saúde mental do pequeno e pode evitar transtornos como a ansiedade.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar colaborar com o rendimento escolar do seu filho e fazer com que ele não tenha mais problemas com a escola.

E aí, o que achou?

Como preparar seu filho para a volta às aulas

Com as férias chegando ao fim, muitas crianças costumam ter dificuldades para se adaptar novamente à rotina de estudos requerida para obter um bom desempenho na escola.

Para que essa transição ocorra da maneira mais saudável e natural possível é importante impôr algumas regras e limites no período final das férias para que as crianças já comecem a entender que a rotina normal está prestes a voltar.

Pensando nisso, separamos seis dicas importantíssimas para que você ajude seu filho a voltar ao ritmo de aulas.

Que tal conferir?

  1. Comece a reorganizar os horários: durante as férias é comum que as crianças não tenham horários muito rigorosos para comer, dormir e realizar as atividades do dia a dia. Na fase final do recesso, no entanto, é essencial que as crianças comecem a reorganizar os horários para que o choque não seja tão grande na volta às aulas. Uma dica é puxar os horários em 10 minutos a cada dia, até chegar em um horário próximo ao desejado durante o período de aulas. Isso vale tanto para os horários de refeição quanto de dormir e o tempo, varia, é claro, de acordo com o tamanho do ajuste a ser feito.
  2. De uma atenção especial ao sono: apesar de já ter sido mencionado na dica anterior, a hora de dormir merece uma atenção exclusiva. O ajuste mais difícil de ser feito é, sem dúvidas, o do sono. O corpo costuma demorar dias (ou até semanas) para se adaptar totalmente aos novos horários. Além disso, o sono influencia diretamente no humor das crianças e no bom funcionamento do corpo e mente durante o dia. Por isso, é sempre importante estar bem atento aos horários de sono do seu filho no período final das férias.
  3. Converse com seu filho sobre o fim das férias: apesar de parecer simples, conversar com os filhos sobre o fim do período de férias é crucial para que eles tenham total conhecimento do que está acontecendo. Tente focar nas partes boas da volta às aulas, como o reencontro com amigos, por exemplo.
  4. Prepare o material escolar: o material escolar é imprescindível para que seu filho não tenha problemas na escola. Normalmente, as escolas fornecem no início do ano uma lista de materiais sugeridos. Caso esse não seja o caso, entre em contato com a escola ou com outras mães para saber quais são os materiais necessários para o ano letivo. Além disso, tirar um dia para ir à papelaria com os filhos para comprar o material escolar é sempre divertido.
  5. Planeje o tempo de lazer: a volta às aulas e o lazer sempre devem coexistir para que a criança esteja feliz. O tempo de brincadeiras tende a diminuir, é claro, mas nunca deve ser retirado completamente da rotina. Uma dica é separar uma ou duas horas diárias de lazer durante os dias letivos para que seu filho se mantenha feliz sem atrapalhar o rendimento na escola.
  6. Aproveite o restante das férias: apesar de ser a última dica, ela não é menos importante que as outras, Aproveitar ao máximo o que resta das férias é importante para que a criança não volte às aulas com a sensação de que não fez tudo que gostaria de fazer. Dessa maneira, quando as aulas voltarem, a mente do seu filho vai estar totalmente voltada aos estudos, e não no tempo de férias desperdiçado.

Depois que as aulas voltarem, lembre-se de se manter atento ao desempenho do seu filho e de se comunicar com a escola a fim de identificar e resolver qualquer problema que possa surgir o mais rápido possível. Além disso, incentive-o a estudar e se interessar pelo aprendizado cada vez mais.

Com essas dicas, seu filho tem tudo para fazer uma transição de volta às aulas tranquila, feliz e sem nenhum problema que atrapalhe seu rendimento na escola!

Volta às aulas: como garantir que o retorno do seu filho à escola seja o mais seguro possível na pandemia

O mês de fevereiro começa hoje e com ele vem o retorno das aulas presenciais em grande parte das escolas do estado. A primeira coisa que pensamos ao saber disso, é claro, é no perigo de que as crianças contraiam o Covid-19, que ainda é uma preocupação real apesar da fase de vacinação já ter começado em alguns lugares.

Por isso, é importante que os pais e as escolas estejam atentos aos protocolos de segurança que devem ser seguidos para que as aulas presenciais ocorram sem comprometer a saúde dos pequenos e de suas famílias. De antemão, é importante lembrar que as escolas passaram quase um ano se preparando e se adequando para que a volta às aulas em 2021 pudesse acontecer e, por isso, segundo especialistas, são ambientes bastante seguros quando comparados ao resto. Ainda assim, no entanto, é importante que pais e filhos tenham conhecimento sobre as regras que vão constituir o ‘novo normal’ nas escolas.

Pensando nisso, separamos uma lista de coisas as quais os pais precisam estar atentos para que os filhos possam frequentar o ambiente escolar com segurança.

Material escolar

Se as aulas na escola do seu filho só forem começar após o feriado de carnaval, aproveite para comprar o material escolar o quanto antes. Apesar da expectativa de que as pessoas iriam às papelarias com antecedência nesse ano para evitar aglomerações, a realidade é a mesma de outros anos: a maioria das pessoas ainda está deixando para a última hora. Por isso, se for possível, adiante-se e evite correr esse risco desnecessário.

Outra dica é optar por papelaria que possuam lojas online e entreguem os materiais em casa. Nesse caso, no entanto, ainda é importante que a compra seja feita o quanto antes, para não correr o risco dos materiais não chegarem a tempo.

Medidas de segurança

É essencial reforçar a importância de seguir as normas de segurança que temos seguido nos últimos meses, especialmente em ambientes fechados como a escola.

  • Álcool em gel: o álcool em gel é a maneira mais segura de eliminar constantemente as bactérias que ficam nas mãos das crianças. Por colocarem as mãos no rosto e na boca constantemente, é indispensável que as mãos dos pequenos estejam sempre limpas.
  • Máscara: o uso de máscaras segue sendo indispensável para a vida em sociedade, especialmente em ambientes fechados. É importante conversar com as crianças e explicar a maneira correta de utilizar as máscaras, cobrindo nariz e boca. Além disso, explique que o uso da máscara deve ser contínuo e individual.
  • Distanciamento: apesar da implementação do distanciamento ser responsabilidade da escola, é importante conversar com as crianças sobre o distanciamento mínimo de um metro e meio de outros colegas e professores. As crianças adoram estar próximos de seus amigos e, por isso, é indispensável que os pais deem uma atenção especial à esse quesito.
  • Água: converse com seu filho sobre o perigo da utilização de bebedouros e providencie uma garrafinha de água individual para ele levar para a escola. Apesar da remoção de bebedouros ser de responsabilidade das escolas, é sempre melhor prevenir do que remediar.

Emocional

Seguir todas essas orientações e não poder ter contato direto com amigos tem, obviamente, um impacto na saúde mental das crianças. O momento que vivemos é extremamente complicado e afeta todos nós.

Manter um diálogo constante com os filhos é essencial para que eles se sintam acolhidos nessa hora de tantas mudanças. Além disso, as escolas devem instruir seus funcionários a serem mais atenciosos com as crianças para que elas se adaptem à essa nova realidade que, apesar de passageira, ainda vai durar algum tempo. Outro ponto para se atentar é a saúde mental das crianças antes mesmo da volta às aulas. Por estarem a tanto tempo confinados em casa, os pequenos podem precisar de uma atenção emocional maior.

Tenha em mente que seus filhos ainda são pequenos e podem ter dificuldades para compreender tudo que está acontecendo, principalmente quando se depararem com uma realidade escolar completamente diferente da que estavam acostumadas.

Entender tudo isso é o primeiro passo para que a volta às aulas presenciais aconteça sem causar prejuízos para os seus filhos. Unidos, os esforços da escola, das crianças e dos pais têm tudo para serem suficientes para combater o vírus nessa volta às aulas.

O que fazer se seu filho chora para ir à escola?

Um período de adaptação ao início da jornada na escola é normal para qualquer criança. Algumas lidam com isso melhor e se acostumam logo, enquanto outras choram e demoram um tempo para se adequar. Mas o que fazer se o seu filho continua chorando mesmo depois do processo de adaptação?

Foi pensando nisso que separamos algumas dicas de como prosseguir da melhor maneira caso isso esteja acontecendo com o seu filho, para que você não entre em pânico e ache que algo muito sério está acontecendo.

É importante frisar, primeiro, que isso é normal. Crianças de dois a três anos podem passar por um período de adaptação maior à escola, já que ainda são tão novas e ainda estão aprendendo a lidar com coisas novas e desafios em geral. Eles já entendem que a escola é sinônima de ficar longe da mãe e, por não saberem lidar com isso, choram! Além disso, eles passam a conviver com várias frustrações ao longo do dia, como ter horário definido para fazer cada coisa, e têm dificuldade para se adequar ao ‘novo normal’.

Vamos às dicas?

  • Mantenha a calma: demonstre ser calma e paciente em relação a esse assunto, já que a criança pode ficar ainda mais incomodada caso perceba que a situação também é frustrante para os pais.
  • Abuse do tradicional ‘vai passar’: converse com seu filho e tente fazê-lo entender que os problemas e frustrações que o estão incomodando são apenas passageiros e que isso faz parte do processo de crescimento. Além disso, aproveite para tentar entender a mesma coisa.
  • Converse com a escola: é importante manter um diálogo aberto com a escola quando isso acontece com a criança. Dessa forma, você evita negligenciar qualquer coisa que possa estar acontecendo com ele no ambiente escolar. Além disso, com os professores cientes da situação, eles podem trabalhar para tentar reduzir as frustrações desta fase da vida do seu filho.
  • Troque experiências com outros pais: estar em contato com os pais de outras crianças é essencial para que vocês troquem experiências e se ajudem nesse período de adaptação, já que esse problema é tão comum entre as crianças.

Em resumo, é importante manter a calma, conversar com as partes envolvidas e saber que este momento é passageiro. Fazendo isso, você vai conseguir amenizar esse período de adaptação do seu filho para que ele não se sinta tão frustrado.

E você, já passou por isso alguma vez?