Como os pais podem ajudar no desempenho escolar dos filhos

Em um mundo cada vez mais rápido e corrido muitos pais não encontram tempo hábil para acompanhar o desempenho escolar dos filhos no dia a dia e, com isso, presumem que tudo está correndo bem.

O choque acontece, no entanto, quando o filho não está dando conta de acompanhar o ritmo de estudos necessário e o reflexo disso é observado nas suas notas.

Embora os pais normalmente fiquem decepcionados e coloquem os filhos de castigo, é importante saber que é possível ajudar de outras formas para que esse quadro seja revertido.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando as possíveis causas do baixo rendimento escolar e mostrando maneiras de ajudar a reverter essa situação.

Que tal conferir?

O que pode causar o baixo rendimento escolar?

Existe uma série de fatores que podem estar sendo determinantes para o mau desempenho do seu filho na escola como, por exemplo:

  • Dificuldades para enxergar ou escutar;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Distúrbios relacionados ao sono;
  • Baixa autoestima.

Além disso, existem alguns transtornos bastante comuns que podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças como o déficit de atenção, hiperatividade e dislexia.

É recomendado que seja feito um acompanhamento pediátrico para identificar qualquer problema de saúde mental ou física que possa estar impactando a capacidade de aprendizado do seu filho.

Por último, atente-se a mudanças de comportamento repentinas já que elas podem indicar problemas como o bullying, por exemplo, que é um grande influenciador do rendimento das crianças.

E como ajudar na melhoria desse quadro?

  • Seja mais participativo

Ser presente na vida escolar do seu filho é o primeiro passo para que você possa oferecer qualquer tipo de suporte, afinal, só é possível ajudar se você souber o que está acontecendo.

Além disso, incentive e promova uma comunicação o mais aberta possível para que ele possa conversar com você sobre qualquer dificuldade que possa estar passando na escola ou fora dela.

Tudo isso ajuda a facilitar o processo de identificar problemas que possam estar causando o baixo rendimento escolar.

  • Não cobre rendimento escolar em excesso

Crianças que são forçadas a lidar com grandes cobranças e expectativas podem desenvolver problemas crônicos como a ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que sua qualidade de vida e interesse pelos estudos diminuam.

Tenha em mente que, apesar da cobrança ser necessária, é importante traçar um limite saudável para que a criança não se sinta psicologicamente ameaçada e encurralada.

Ou seja, respeite os limites e o ritmo do seu filho e ajuste suas expectativas conforme o que el pode realmente entregar de resultado.

  • Ensine-o a se concentrar e organizar

Fazer várias tarefas ao mesmo tempo é um dos maiores inimigos do rendimento. Muitas vezes as crianças tentam realizar diversos deveres de uma vez só ou até mesmo aprender muitas coisas em um dia e acabam não absorvendo o conteúdo que deveriam por conta de uma sobrecarga.

É por isso que é importante ensiná-los a terem calma e organizarem as tarefas para que cada uma possa ser realizada de maneira tranquila e sem afobação.

Isso demanda um bom exemplo além da conversa, ou seja, evite tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo na frente das crianças e mostre que se concentrar é essencial para a realização de qualquer atividade, seja ela ligada aos estudos ou não.

Além disso, preze por um ambiente de estudos limpo e sem distrações que possam interferir na concentração do pequeno.

  • Disponibilize-se para ajudar

É extremamente importante que o seu filho saiba que pode contar com você quando precisar de ajuda com tarefas de casa, estudos ou qualquer outra coisa ligada à escola.

Isso faz com que ele sinta que possui em você um porto seguro para qualquer dificuldade que possa ter, aumentando a confiança em si mesmo e diminuindo o estresse relacionado ao medo de falhar.

Além de ajudar no rendimento escolar, essa dica é importantíssima para a preservação da saúde mental do pequeno e pode evitar transtornos como a ansiedade.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar colaborar com o rendimento escolar do seu filho e fazer com que ele não tenha mais problemas com a escola.

E aí, o que achou?

Como organizar uma festa do pijama segura para as crianças

Não é segredo para ninguém que a pandemia tem nos obrigado a encontrar maneiras diferentes de manter contato com família, amigos e pessoas queridas.

Para as crianças, especialmente, esse isolamento é extremamente cruel, já que elas estão acostumadas a viver rodeadas de amiguinhos.

É seguro afirmar, inclusive, que um desenvolvimento saudável de uma criança está altamente ligado ao nível de socialização e à qualidade dos laços criados com outras pessoas, desde a família até amigos.

Por isso é importante buscar maneiras de manter um certo nível de socialização para os pequenos no início dessa fase final de pandemia, desde que com todos os cuidados necessários para que os riscos à saúde sejam os menores possíveis.

É importante ter em mente, primeiramente, que os encontros devem ser com poucas pessoas e bem reservados.

Pensando nisso preparamos uma série de dicas para que você faça uma festa do pijama segura para o seu filho e alguns amigos.

Que tal conferir?

Ambiente

Escolher um ambiente espaçoso e bem ventilado é essencial para que a festa do pijama corra bem.

Uma boa dica é afastar os móveis da sala e colocar colchões, sacos de dormir ou até mesmo barracas para que as crianças brinquem e depois durmam.

Outra coisa importante é retirar qualquer objeto que possa ser perigoso, pesado ou frágil de perto do ambiente das crianças. Isso faz com que as chances de acidentes diminuam e, portanto, deixa os pequenos mais seguros.

Cardápio

Tenha em mente que o ideal é que as festas comecem por volta das 18h para que as crianças não cheguem cansadas e sonolentas.

Para que elas não comecem a diversão de barriga vazia, prepare um lanche saudável logo no início da noite para garantir que todos fiquem de barriga cheia!

Vale apostar em opções como nuggets de legumes, saladas de frutas, sucos naturais e biscoitos integrais.

Faça um planejamento

Juntar crianças sem um planejamento mínimo de atividades é um convite enorme para a bagunça e confusão.

Sabendo disso, planeje-se para que as crianças tenham o que fazer do momento que chegarem até a hora de dormir.

Além disso, planejar uma série de atividades garante que as crianças estejam cansadas e com sono na hora de dormir, evitando maiores dificuldades no momento de descanso.

Prevenção contra o Covid-19

Em tempos de pandemia é extremamente importante ter em mente uma série de protocolos a serem seguidos para que qualquer reunião de pessoas, por menor que seja, possa ocorrer com o mínimo de risco possível para os envolvidos.

Por isso, ao elaborar a lista de convidados para a festa do pijama, opte por crianças que você tenha ciênciaa que estão se cuidando e se prevenindo no dia a dia.

Além disso, certifique-se de manter o número de convidados baixo já que ainda precisamos evitar grandes aglomerações. Uma festinha com três ou quatro amigos, por exemplo, já deve ser o suficiente.

Quando os pequenos chegarem peça-os para limparem as mãos com álcool em gel e deixar os sapatos do lado de fora a fim de diminuir a possibilidade de contágio do vírus.

Além disso não deixe que, durante a festinha, eles compartilhem objetos de uso pessoal como copos, talheres, escovas de dentes e outros.

Essas dicas devem garantir que o seu filho possa encontrar os amigos com segurança e socializar um pouco nessa fase da pandemia.

Esperamos ter ajudado!

E aí, curtiu?

Como cuidar da saúde mental dos filhos

A saúde mental é um tópico que está cada vez mais em alta nos dias de hoje.

Muito se fala do bem-estar psicológico de jovens, adultos e idosos e isso, claro, é excelente.

O problema é que muitas vezes acabamos nos esquecendo de dar a atenção necessária para a saúde mental das crianças e, com isso, acabamos negligenciando problemas como o estresse, ansiedade e até mesmo a depressão infantil.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando como cuidar da saúde mental das crianças e contribuir para que elas tenham um desenvolvimento psicológico saudável.

Que tal conferir?

Como cuidar da saúde mental de crianças

  • Causas dos problemas

Para começar a resolver qualquer tipo de situação adversa na vida é necessário entender as causas de um problema para, então, botar em prática uma série de medidas corretivas.

Quando falamos da saúde mental de crianças, especificamente, é importante ter em mente que os principais causadores de transtornos psicológicos nessa fase da vida são o bullying, falta de afeto, cobrança exagerada dos pais e até mesmo traumas e violência física.

Como as crianças ainda não possuem bagagem e experiência emocional o suficiente para lidar com esses problemas elas acabam desenvolvendo transtornos de estresse e ansiedade, por exemplo.

  • Quais são as soluções

Apesar do acompanhamento psicológico ser recomendado para pessoas de todas as idades independentemente de apresentarem transtornos mentais ou não, muitos problemas psicológicos das crianças podem ser resolvidos apenas com o suporte familiar.

Para isso, primeiramente, é necessário identificar comportamentos atípicos que indiquem algum problema relacionado à saúde mental.

Agressividade, pessimismo e dificuldade de concentração, por exemplo, são alguns sinais de que a criança pode estar precisando de ajuda.

É essencial que os pais estejam junto dos filhos durante a infância e a fase de desenvolvimento e criem estruturam domiciliares saudáveis para que a criança possa crescer de maneira sadia.

Isso significa ter empatia, compreensão e empenho para conversar e entender a criança o máximo possível.

Além disso, evite brigar de maneira excessivamente ríspida já que a criança já está previamente fragilizada e pode acabar sofrendo ainda mais por causa disso.

Assim como os adultos as crianças precisam dialogar sobre suas inseguranças, medos e desafios. Isso faz com que elas se sintam compreendidas e apoiadas em meio a qualquer tipo de adversidade que estejam enfrentando, por mais simples que seja.

Quando devo procurar ajuda?

Por último é importante ter em mente que, às vezes, o suporte dos pais não é o suficiente para lidar de maneira adequada com os problemas psicológicos dos filhos.

Isso significa, então, que um profissional capacitado deve ser procurado para fornecer auxilio especializado.

Apesar de não existir uma fórmula exata para descobrir qual é o momento de buscar ajuda, é importante ter a sensibilidade de entender os comportamentos da criança e a progressão dos sintomas.

Sendo assim, a persistência do comportamento incomum por um longo período de tempo é um indicador de que a criança precisa de acompanhamento psicológico.

Tendo tudo isso em mente temos certeza que você está mais preparado para lidar com possíveis transtornos psicológicos que o seu filho pode ter ao longo da infância.

E aí, curtiu?

A vacinação começou: e agora?

A tão esperada fase de vacinação começou no Brasil. De agora em diante, se tudo correr como esperado, o país deve gradativamente superar a pandemia.

O que não podemos fazer, no entanto, é negligenciar o fato de a pandemia ainda estar aqui.

Ao contrário do que muitos pensam as vacinas não têm efeito imediato e, portanto, ainda precisamos seguir os protocolos de combate ao vírus até que a população esteja completamente imunizada.

Pensando nisso, preparamos esse artigo para explicar tudo sobre a vacinação e dar algumas dicas de como se comportar nessa fase do combate ao Covid-19.

Que tal conferir?

Aplicação

A aplicação da vacina deve ser feita de maneira gratuita pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e será realizada em duas doses.

É importante destacar que a imunização completa contra o coronavírus só acontece após a aplicação da segunda dose da vacina e, portanto, mesmo as pessoas que já receberam as primeiras doses devem continuar seguindo os protocolos de segurança.

Além disso as primeiras doses da vacina estão sendo distribuídas, primeiramente, para os seguintes grupos de risco:

  • Profissionais de saúde e linha de frente em hospitais.
  • Pessoas acima de 60 anos de idade que vivem em abrigos e asilos.
  • Profissionais da área de urgência e emergência.
  • Pessoas a partir de 18 anos de idade com deficiência e residentes em Residências Inclusivas.
  • População indígena aldeada.

É importante ressaltar que esses grupos terão prioridade em todo o território nacional, independentemente do estado em que residam.

A vacina é a melhor opção?

Sem dúvidas! Todas as vacinas disponibilizadas pelo SUS são submetidas e diversos testes feitos pela Organização Mundial da Saúde e pela Anvisa que comprovam a eficácia e segurança dos imunizantes.

Isso significa que, mesmo se você nunca pegou o vírus e não faz parte de um grupo de risco, a aplicação da vacina é extremamente recomendada quando estiver disponível.

Quanto tempo demora até a vacina fazer efeito?

O tempo de espera necessário para que a vacina passe a fazer efeito no organismo é 30 dias após a aplicação da segunda dose.

Por isso, como citado acima, é importante continuar praticando as medidas de segurança contra o contágio do vírus mesmo após se vacinar.

Preciso me vacinar se já contraí o vírus anteriormente?

Sim. Apesar do contágio prévio com o vírus criar anticorpos temporários, já aconteceram diversos casos de reinfecção.

Isso significa que a vacinação é indispensável para qualquer pessoa, independentemente do seu histórico prévio com o Covid-19.

A vacina protege completamente contra o contágio do vírus?

A vacina garante que as chances de contágio com o vírus sejam de apenas 50%.

Além disso, a vacina faz com que 78% das pessoas infectadas não apresentem nenhum sintoma.

Por último, o imunizante garante que 100% das pessoas que apresentarem algum sintoma não precisem de internação.

Essas são as informações que você precisa saber para estar ciente do que está acontecendo e de como se portar nesse início de fase de vacinação.

Lembre-se que, como citado acima, ainda será necessário manter os protocolos de segurança independentemente de você ser vacinado nas primeiras fases ou não.

A caminhada rumo ao fim da pandemia ainda está distante porém estamos no caminho certo!

E aí, curtiu?

Saiba qual é a idade ideal para seu filho começar a praticar esportes.

Os esportes são parte fundamental do desenvolvimento de uma criança, já que servem para a melhora das habilidades motoras e comunicativas. Muitos pais, no entanto, não sabem qual é o momento ideal para que seus filhos comecem a praticar esportes.

O texto de hoje é para te ajudar a entender melhor tudo que envolve o início da prática de atividades físicas para crianças.

Primeiro, o básico: esteja sempre atento ao desenvolvimento das habilidades motoras e de comunicação do seu filho, já que elas são essenciais para a prática de qualquer esporte, já que eles requerem algum grau de independência. É claro, no entanto, que cada esporte exige uma destreza diferente e, por isso, cada um tem uma idade mais apropriada para início.

Agora, ao que interessa: qual é a idade ideal para que meu filho comece a praticar cada esporte?

Natação

Segundo especialistas, a natação pode ser praticada desde a primeira idade, com a condição de ter sempre o acompanhamento profissional, é claro. O início das atividades na piscina é feita de maneira lúdica, para que o bebê se familiarize com a água e possa desenvolver cada vez mais suas habilidades, até estar apta para começar a praticar de fato. Além disso, o volume do treino deve aumentar conforme a idade.

Futebol

As escolinhas de futebol aceitam alunos a partir dos três anos de idade e, assim como a natação, começam de forma lúdica e divertida. A partir dos 6 anos, aproximadamente, é que as crianças começam a treinar os fundamentos básicos do esporte, como o passe, o chute e o drible. Por ser um esporte extremamente popular no país, as escolinhas de futebol costumam sempre ter muitas crianças e promover um ambiente muito positivo para o desenvolvimento social do seu filho.

Surfe

Por se tratar de um esporte praticado no mar, o surfe oferece um perigo ao seu filho caso não possua supervisão e orientação profissionais adequadas e, por isso, deve sempre ser praticado em escolinhas especializadas. Tendo isso em mente, a partir dos quatro anos de idade é possível iniciar as atividades em uma escolinha. O professor deve estar sempre atento ao desenvolvimento individual de cada aluno, adequando as aulas para que todos evoluam ser se sentirem frustrados.

Artes marciais

É recomendado que as artes marciais sejam iniciadas a partir dos sete anos, já que são esportes de maior exigência física. A partir daí, o treinamento é desenvolvido de forma menos intensa até os 13 anos, quando a criança pode de fato começar a aumentar o nível dos treinamentos. As artes marciais, além de ajudarem a manter as crianças ativas fisicamente, ajuda no aprendizado de valores como a disciplina e o comprometimento.

As atividades físicas servem para melhorar a auto-estima, a socialização, a coordenação motora e inúmeros outros fatores físicos e mentais.

Agora que você sabe a idade ideal para que seu filho inicie a prática de um esporte, basta que vocês escolham o que ele prefere para ele começar!

Descubra como aproveitar o carnaval em tempos de pandemia

Não é segredo para ninguém que o carnaval de 2021 vai ser o mais diferente dos últimos tempos.

A fase de vacinação, que começou há algumas semanas, está visando primeiramente grupos de risco e, além disso, sabemos que a vacina só garante imunidade contra o vírus após a segunda dose.

Isso significa que, apesar dos enormes passos que demos em direção ao fim da pandemia, ainda precisaremos seguir as normas de segurança por algum tempo, inclusive no carnaval.

E é por isso que, em todo o Brasil, os desfiles de escolas de samba e os tradicionais bloquinhos de rua foram cancelados, deixando muita gente sem saber o que fazer no carnaval.

Para as crianças, principalmente, que adoram o feriado para brincar e passear, se manter entretido em casa aparenta ser uma tarefa difícil.

Você sabia, no entanto, que existem formas de você aproveitar esse carnaval com o seu filho sem desrespeitar nenhuma das medidas de segurança contra o Covid-19?

Pensando nisso, preparamos esse artigo com algumas ideias do que fazer nesse período para que ele não passe em branco para você ou o seu pequeno.

Venha conferir!

Descanse

Aproveite a oportunidade para recarregar não só as energias do seu filho, mas as suas também. Façam maratonas de filmes, leituras e outras atividades relaxantes que servirão para descansar o corpo e a mente.

Além disso, aproveitem para dormir algumas horinhas extras e mandar o cansaço do dia a dia embora!

Visite familiares

Não há nada melhor do que visitar os avós, não é mesmo? Aquela comida caseira insubstituível e a companhia da família são, sem dúvidas, coisas que elevam o astral e proporcionam momentos felizes.

Nesse momento, é claro, tenha bastante cuidado e assegure-se que todos os familiares que participarão do encontro estejam se cuidando, praticando o distanciamento social e o uso de máscaras, além de evitar aglomerações.

Recomenda-se, ainda, que os encontros com a família sejam mais restritos aos membros mais próximos, evitando ao máximo a aglomeração de um número grande de pessoas.

Brincadeiras em casa

Já que precisamos evitar as ruas, que tal um pouco de diversão em casa? Sugira brincadeiras em família como caça ao tesouro, esconde-esconde ou até mesmo jogos de tabuleiro.

Isso fará com que vocês tenham um momento feliz em família além, é claro, de manter as crianças entretidas.

Cuidados básicos

Ninguém gosta de perder o carnaval por estar passando mal e, para que isso não aconteça, é necessário seguir uma série de dicas básicas que não têm relação direta com a pandemia, como por exemplo:

  • Cuidados com o sol: caso você e o seu filho decidam passar um dia em uma praia menos movimentada, por exemplo, não se esqueça de se assegurar que ele utilize camisas de proteção contra os raios solares, além de um protetor solar adequado. Isso evitará insolações e queimaduras que poderiam acabar atrapalhando o feriado inteiro.
  • Hidratação: seja em passeios ou até mesmo em casa, é importante lembrar que ainda estamos no verão e, portanto, é indispensável nos mantermos hidratados nessa época. Dê preferência à água, sucos naturais e água de coco e evite refrigerantes e outras bebidas gaseificadas.

Se cuidar em relação ao sol e a desidratação vai proteger você e o seu filho de possíveis problemas de saúde e, dessa maneira, garantir que não haja nada impedindo esse carnaval de ser divertido para toda a família.

Temos certeza que essas dicas vão fazer com que esse carnaval, mesmo diferente, seja inesquecível!

Volta às aulas: como garantir que o retorno do seu filho à escola seja o mais seguro possível na pandemia

O mês de fevereiro começa hoje e com ele vem o retorno das aulas presenciais em grande parte das escolas do estado. A primeira coisa que pensamos ao saber disso, é claro, é no perigo de que as crianças contraiam o Covid-19, que ainda é uma preocupação real apesar da fase de vacinação já ter começado em alguns lugares.

Por isso, é importante que os pais e as escolas estejam atentos aos protocolos de segurança que devem ser seguidos para que as aulas presenciais ocorram sem comprometer a saúde dos pequenos e de suas famílias. De antemão, é importante lembrar que as escolas passaram quase um ano se preparando e se adequando para que a volta às aulas em 2021 pudesse acontecer e, por isso, segundo especialistas, são ambientes bastante seguros quando comparados ao resto. Ainda assim, no entanto, é importante que pais e filhos tenham conhecimento sobre as regras que vão constituir o ‘novo normal’ nas escolas.

Pensando nisso, separamos uma lista de coisas as quais os pais precisam estar atentos para que os filhos possam frequentar o ambiente escolar com segurança.

Material escolar

Se as aulas na escola do seu filho só forem começar após o feriado de carnaval, aproveite para comprar o material escolar o quanto antes. Apesar da expectativa de que as pessoas iriam às papelarias com antecedência nesse ano para evitar aglomerações, a realidade é a mesma de outros anos: a maioria das pessoas ainda está deixando para a última hora. Por isso, se for possível, adiante-se e evite correr esse risco desnecessário.

Outra dica é optar por papelaria que possuam lojas online e entreguem os materiais em casa. Nesse caso, no entanto, ainda é importante que a compra seja feita o quanto antes, para não correr o risco dos materiais não chegarem a tempo.

Medidas de segurança

É essencial reforçar a importância de seguir as normas de segurança que temos seguido nos últimos meses, especialmente em ambientes fechados como a escola.

  • Álcool em gel: o álcool em gel é a maneira mais segura de eliminar constantemente as bactérias que ficam nas mãos das crianças. Por colocarem as mãos no rosto e na boca constantemente, é indispensável que as mãos dos pequenos estejam sempre limpas.
  • Máscara: o uso de máscaras segue sendo indispensável para a vida em sociedade, especialmente em ambientes fechados. É importante conversar com as crianças e explicar a maneira correta de utilizar as máscaras, cobrindo nariz e boca. Além disso, explique que o uso da máscara deve ser contínuo e individual.
  • Distanciamento: apesar da implementação do distanciamento ser responsabilidade da escola, é importante conversar com as crianças sobre o distanciamento mínimo de um metro e meio de outros colegas e professores. As crianças adoram estar próximos de seus amigos e, por isso, é indispensável que os pais deem uma atenção especial à esse quesito.
  • Água: converse com seu filho sobre o perigo da utilização de bebedouros e providencie uma garrafinha de água individual para ele levar para a escola. Apesar da remoção de bebedouros ser de responsabilidade das escolas, é sempre melhor prevenir do que remediar.

Emocional

Seguir todas essas orientações e não poder ter contato direto com amigos tem, obviamente, um impacto na saúde mental das crianças. O momento que vivemos é extremamente complicado e afeta todos nós.

Manter um diálogo constante com os filhos é essencial para que eles se sintam acolhidos nessa hora de tantas mudanças. Além disso, as escolas devem instruir seus funcionários a serem mais atenciosos com as crianças para que elas se adaptem à essa nova realidade que, apesar de passageira, ainda vai durar algum tempo. Outro ponto para se atentar é a saúde mental das crianças antes mesmo da volta às aulas. Por estarem a tanto tempo confinados em casa, os pequenos podem precisar de uma atenção emocional maior.

Tenha em mente que seus filhos ainda são pequenos e podem ter dificuldades para compreender tudo que está acontecendo, principalmente quando se depararem com uma realidade escolar completamente diferente da que estavam acostumadas.

Entender tudo isso é o primeiro passo para que a volta às aulas presenciais aconteça sem causar prejuízos para os seus filhos. Unidos, os esforços da escola, das crianças e dos pais têm tudo para serem suficientes para combater o vírus nessa volta às aulas.

Dicas de bons hábitos de alimentação para as crianças no verão

Não é segredo para ninguém que as férias são a época do ano que as crianças mais gostam. É tempo de brincar, se divertir, ir à praia, visitar a família e muito mais.

No entanto, é importante que os pais tomem uma série de cuidados para que as crianças curtam o verão sem prejudicar a saúde com o sol ou a desidratação, já que essa época do ano costuma ser bem quente.

Por isso, trouxemos as melhores dicas para que a alimentação do seu filho seja saudável e balanceada nesse verão.

Vamos lá?

  • Sempre ofereça líquidos ao seu filho. Água, água de coco e sucos naturais são as melhores opções para evitar a desidratação.
  • Evite o consumo de refrigerantes e bebidas gaseificadas, pois elas favorecem a eliminação de sais minerais pela urina e, por isso, contribuem para a desidratação.
  • Dê preferência a comer em casa. Caso não seja possível, evite comer frituras e alimentos gordurosos na rua.
  • Troque os alimentos processados, enlatados e congelados por refeições naturais e caseiras.
  • Tome cuidado com os alimentos e quitutes de barraquinhas, pois a exposição excessiva destes ao sol pode estragá-los.
  • No almoço e jantar dê preferência a um cardápio leve, com peixes, legumes, verduras, grelhados e refogados. Estes alimentos garantem uma digestão mais fácil e rápida, além de garantirem disposição.
  • Abuse de frutas ricas em água, como melancia, laranja, tangerina melão e abacaxi. Por conterem muita água, essas frutas são ótimas para manter as crianças hidratadas.
  • Ofereça lanches leves de duas em duas horas. Dessa maneira, os pequenos sempre terão as vitaminas e sais minerais necessários para manter o bom funcionamento do organismo.
  • Controle o consumo de salgadinhos, chocolates, sorvetes e guloseimas em geral, já que o consumo exagerado delas pode causar o ganho excessivo de peso nas férias.

Em resumo, opte por alimentos ricos em vitaminas e sais minerais, já que estes são os nutrientes que vão manter o corpo das crianças hidratados e funcionando bem. Frutas, vegetais e legumes, portanto, são sempre bem-vindos.

É claro que é impossível cortar totalmente os chocolates e salgadinhos das crianças, porém se assegure de que a alimentação do seu filho no verão seja balanceada. Assim como qualquer outro alimento, o problema está no excesso. Fracione as quantidades de guloseimas e implemente o máximo de alimentos saudáveis e ricos em nutrientes que conseguir.

Dessa forma, a alimentação do seu filho nesse verão vai ser ideal para que ele aproveite o máximo possível dessa época tão esperada!

3 receitas deliciosas para fazer com seu filho nas férias

Cozinhar com os filhos é uma ótima maneira de criar desde cedo uma boa relação com a comida. Dessa forma, as crianças entendem o valor de uma boa refeição e desenvolvem um paladar mais diversificado. Além disso, a hora da cozinha é um ótimo momento para estreitar laços e passar um tempo de qualidade com os filhos, conversando e interagindo enquanto fazem a comida.

Hoje, separamos 3 receitas fáceis de fazer que você e o seu filho vão adorar.

Panqueca de banana

Ingredientes:

  • 1 colher de sobremesa de aveia
  • 1 ovo
  • 1 banana madura
  • 1 colher de chá de canela
  • 1 colher de sobremesa de cacau em pó

Modo de preparo:

Amasse a banana com um garfo, acrescente a canela e reserve. Em seguida, em outro recipiente, amasse a banana com um garfo, acrescente a veia e o cacau e misture bastante. Por último, junte ao demais ingredientes eleve para uma frigideira untada com um fio de óleo até dourar.

Omelete de forno

Ingredientes:

  • 6 claras de ovo
  • 4 gemas de ovo
  • 1 tomate
  • 1/3 cabeça de brócolis
  • 1 colher de sopa de orégano
  • Sal a gosto
  • Manteiga ou margarina para untar

Modo de preparo:

Primeiro, preaqueça o forno na temperatura de 180°. Em seguida, com a ajuda de um pincel, unte a forma com manteiga ou margarina. Depois, corte o tomate o tomate em cubos pequenos e o brócolis em ramos. Bata as claras em neve em uma batedeira e misture as gemas com a ajuda de uma espátula, acrescente o sal e, por último, leve ao forno até dourar.

Guacamole

Ingredientes:

  • 1 abacate
  • 1 cebola roxa
  • 1 limão (sumo)
  • 1 dente de alho
  • 2 tomates
  • Cheiro verde ou coentro
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Primeiro, retire o abacate da casca e amasse-o com um garfo. Em seguida, pique o tomate e a cebola e as ervas. Por último, amasse o alho, misture com todos os ingredientes e tempere com as ervas, o sal, o azeite, a pimenta e o limão.

Sempre treine seus filhos para que eles desenvolvam seu paladar e sua destreza na cozinha gradualmente, e lembre-se de distribuir as atividades de acordo com a capacidade de cada filho e cuidar para que eles não tenham acesso a objetos que podem machucá-los, como facas e tesouras.

Agora que você já conhece essas receitas de dar água na boca, basta chamar o seu filho para a cozinha e começar a diversão!

Saiba como proteger seus filhos do sol e da desidratação neste verão

Finalmente chegaram as férias de verão, a época do ano mais esperada pelas crianças para brincar, relaxar e se divertir. Para os pais, no entanto, é necessário ter uma série de cuidados para que os filhos não sejam prejudicados pelas fortes radiações solares e temperaturas do período.

A desidratação e a insolação são exemplos comuns de problemas que podem ser causados pelos descuidos em relação ao calor e a luz solar que, além desses problemas, podem causar até câncer de pele em casos mais graves.

Pensando nisso, separamos uma lista de dicas importantes para que você proteja seus filhos e garanta que eles curtam as férias sem nenhum risco. Vamos lá?

  • Protetor solar

Busque orientação pediátrica na hora de escolher o protetor solar ideal para o seu filho. Para crianças de seis meses até dois anos, por exemplo, existem os filtros 100% físicos. A partir dos dois anos, já é recomendado o uso de protetores denominados ‘kids’ ou ‘para crianças’.

Além disso, os protetores adequados são normalmente os de FPS 30 ou maiores, com resistência à água e que não ardem os olhos. Antes de utilizar, faça um teste em uma pequena parte do corpo da criança para se certificar que não haverá irritação da pele.

Faça o uso do creme protetor solar cerca de 30 minutos antes da exposição ao sol, e não se esqueça de reaplicar o produto a cada duas horas. Além disso, certifique-se de utilizar o protetor mesmo em dias nublados.

A utilização do protetor solar não é recomendada para bebês de até seis meses, já que eles ainda têm a pele muito fina e sensível. Nesses casos, o ideal é que os bebês tomem pequenos banhos de sol no início da manhã ou no final da tarde.

  • Evite o excesso

Evite que seus filhos estejam expostos ao sol entre as 10 e 16 horas. Isso porque esse é o horário com a maior incidência de raios solares nocivos à pele e a saúde, podendo causar insolação, desidratação e até queimaduras.

Além disso, lembre-se de, mesmo em horários mais amenos, não exagerar no tempo exposto ao sol e garantir que as crianças estejam hidratadas. Água mineral, sucos naturais e água de coco, por exemplo, são boas opções para se manter hidratado durante o tempo exposto ao sol.

Se a criança já estiver desidratada, no entanto, recomenda-se o uso de soro oral, encontrado em farmácias e postos de saúde. Bebidas isotônicas, água de coco e água não funcionam como forma de reidratação para alguém desidratado. Além disso, deve-se procurar um médico.

Com esses cuidados, seus filhos vão poder aproveitar as férias com saúde e sem maiores complicações, afinal, é por esse momento que eles passam o ano esperando!