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Como os pais podem ajudar no desempenho escolar dos filhos

Em um mundo cada vez mais rápido e corrido muitos pais não encontram tempo hábil para acompanhar o desempenho escolar dos filhos no dia a dia e, com isso, presumem que tudo está correndo bem.

O choque acontece, no entanto, quando o filho não está dando conta de acompanhar o ritmo de estudos necessário e o reflexo disso é observado nas suas notas.

Embora os pais normalmente fiquem decepcionados e coloquem os filhos de castigo, é importante saber que é possível ajudar de outras formas para que esse quadro seja revertido.

Pensando nisso preparamos um artigo explicando as possíveis causas do baixo rendimento escolar e mostrando maneiras de ajudar a reverter essa situação.

Que tal conferir?

O que pode causar o baixo rendimento escolar?

Existe uma série de fatores que podem estar sendo determinantes para o mau desempenho do seu filho na escola como, por exemplo:

  • Dificuldades para enxergar ou escutar;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Distúrbios relacionados ao sono;
  • Baixa autoestima.

Além disso, existem alguns transtornos bastante comuns que podem atrapalhar o rendimento escolar de crianças como o déficit de atenção, hiperatividade e dislexia.

É recomendado que seja feito um acompanhamento pediátrico para identificar qualquer problema de saúde mental ou física que possa estar impactando a capacidade de aprendizado do seu filho.

Por último, atente-se a mudanças de comportamento repentinas já que elas podem indicar problemas como o bullying, por exemplo, que é um grande influenciador do rendimento das crianças.

E como ajudar na melhoria desse quadro?

  • Seja mais participativo

Ser presente na vida escolar do seu filho é o primeiro passo para que você possa oferecer qualquer tipo de suporte, afinal, só é possível ajudar se você souber o que está acontecendo.

Além disso, incentive e promova uma comunicação o mais aberta possível para que ele possa conversar com você sobre qualquer dificuldade que possa estar passando na escola ou fora dela.

Tudo isso ajuda a facilitar o processo de identificar problemas que possam estar causando o baixo rendimento escolar.

  • Não cobre rendimento escolar em excesso

Crianças que são forçadas a lidar com grandes cobranças e expectativas podem desenvolver problemas crônicos como a ansiedade e até mesmo a depressão, fazendo com que sua qualidade de vida e interesse pelos estudos diminuam.

Tenha em mente que, apesar da cobrança ser necessária, é importante traçar um limite saudável para que a criança não se sinta psicologicamente ameaçada e encurralada.

Ou seja, respeite os limites e o ritmo do seu filho e ajuste suas expectativas conforme o que el pode realmente entregar de resultado.

  • Ensine-o a se concentrar e organizar

Fazer várias tarefas ao mesmo tempo é um dos maiores inimigos do rendimento. Muitas vezes as crianças tentam realizar diversos deveres de uma vez só ou até mesmo aprender muitas coisas em um dia e acabam não absorvendo o conteúdo que deveriam por conta de uma sobrecarga.

É por isso que é importante ensiná-los a terem calma e organizarem as tarefas para que cada uma possa ser realizada de maneira tranquila e sem afobação.

Isso demanda um bom exemplo além da conversa, ou seja, evite tentar fazer várias coisas ao mesmo tempo na frente das crianças e mostre que se concentrar é essencial para a realização de qualquer atividade, seja ela ligada aos estudos ou não.

Além disso, preze por um ambiente de estudos limpo e sem distrações que possam interferir na concentração do pequeno.

  • Disponibilize-se para ajudar

É extremamente importante que o seu filho saiba que pode contar com você quando precisar de ajuda com tarefas de casa, estudos ou qualquer outra coisa ligada à escola.

Isso faz com que ele sinta que possui em você um porto seguro para qualquer dificuldade que possa ter, aumentando a confiança em si mesmo e diminuindo o estresse relacionado ao medo de falhar.

Além de ajudar no rendimento escolar, essa dica é importantíssima para a preservação da saúde mental do pequeno e pode evitar transtornos como a ansiedade.

Temos certeza que essas dicas vão te ajudar colaborar com o rendimento escolar do seu filho e fazer com que ele não tenha mais problemas com a escola.

E aí, o que achou?

Como organizar uma festa do pijama segura para as crianças

Não é segredo para ninguém que a pandemia tem nos obrigado a encontrar maneiras diferentes de manter contato com família, amigos e pessoas queridas.

Para as crianças, especialmente, esse isolamento é extremamente cruel, já que elas estão acostumadas a viver rodeadas de amiguinhos.

É seguro afirmar, inclusive, que um desenvolvimento saudável de uma criança está altamente ligado ao nível de socialização e à qualidade dos laços criados com outras pessoas, desde a família até amigos.

Por isso é importante buscar maneiras de manter um certo nível de socialização para os pequenos no início dessa fase final de pandemia, desde que com todos os cuidados necessários para que os riscos à saúde sejam os menores possíveis.

É importante ter em mente, primeiramente, que os encontros devem ser com poucas pessoas e bem reservados.

Pensando nisso preparamos uma série de dicas para que você faça uma festa do pijama segura para o seu filho e alguns amigos.

Que tal conferir?

Ambiente

Escolher um ambiente espaçoso e bem ventilado é essencial para que a festa do pijama corra bem.

Uma boa dica é afastar os móveis da sala e colocar colchões, sacos de dormir ou até mesmo barracas para que as crianças brinquem e depois durmam.

Outra coisa importante é retirar qualquer objeto que possa ser perigoso, pesado ou frágil de perto do ambiente das crianças. Isso faz com que as chances de acidentes diminuam e, portanto, deixa os pequenos mais seguros.

Cardápio

Tenha em mente que o ideal é que as festas comecem por volta das 18h para que as crianças não cheguem cansadas e sonolentas.

Para que elas não comecem a diversão de barriga vazia, prepare um lanche saudável logo no início da noite para garantir que todos fiquem de barriga cheia!

Vale apostar em opções como nuggets de legumes, saladas de frutas, sucos naturais e biscoitos integrais.

Faça um planejamento

Juntar crianças sem um planejamento mínimo de atividades é um convite enorme para a bagunça e confusão.

Sabendo disso, planeje-se para que as crianças tenham o que fazer do momento que chegarem até a hora de dormir.

Além disso, planejar uma série de atividades garante que as crianças estejam cansadas e com sono na hora de dormir, evitando maiores dificuldades no momento de descanso.

Prevenção contra o Covid-19

Em tempos de pandemia é extremamente importante ter em mente uma série de protocolos a serem seguidos para que qualquer reunião de pessoas, por menor que seja, possa ocorrer com o mínimo de risco possível para os envolvidos.

Por isso, ao elaborar a lista de convidados para a festa do pijama, opte por crianças que você tenha ciênciaa que estão se cuidando e se prevenindo no dia a dia.

Além disso, certifique-se de manter o número de convidados baixo já que ainda precisamos evitar grandes aglomerações. Uma festinha com três ou quatro amigos, por exemplo, já deve ser o suficiente.

Quando os pequenos chegarem peça-os para limparem as mãos com álcool em gel e deixar os sapatos do lado de fora a fim de diminuir a possibilidade de contágio do vírus.

Além disso não deixe que, durante a festinha, eles compartilhem objetos de uso pessoal como copos, talheres, escovas de dentes e outros.

Essas dicas devem garantir que o seu filho possa encontrar os amigos com segurança e socializar um pouco nessa fase da pandemia.

Esperamos ter ajudado!

E aí, curtiu?

Saiba qual é a idade ideal para seu filho começar a praticar esportes.

Os esportes são parte fundamental do desenvolvimento de uma criança, já que servem para a melhora das habilidades motoras e comunicativas. Muitos pais, no entanto, não sabem qual é o momento ideal para que seus filhos comecem a praticar esportes.

O texto de hoje é para te ajudar a entender melhor tudo que envolve o início da prática de atividades físicas para crianças.

Primeiro, o básico: esteja sempre atento ao desenvolvimento das habilidades motoras e de comunicação do seu filho, já que elas são essenciais para a prática de qualquer esporte, já que eles requerem algum grau de independência. É claro, no entanto, que cada esporte exige uma destreza diferente e, por isso, cada um tem uma idade mais apropriada para início.

Agora, ao que interessa: qual é a idade ideal para que meu filho comece a praticar cada esporte?

Natação

Segundo especialistas, a natação pode ser praticada desde a primeira idade, com a condição de ter sempre o acompanhamento profissional, é claro. O início das atividades na piscina é feita de maneira lúdica, para que o bebê se familiarize com a água e possa desenvolver cada vez mais suas habilidades, até estar apta para começar a praticar de fato. Além disso, o volume do treino deve aumentar conforme a idade.

Futebol

As escolinhas de futebol aceitam alunos a partir dos três anos de idade e, assim como a natação, começam de forma lúdica e divertida. A partir dos 6 anos, aproximadamente, é que as crianças começam a treinar os fundamentos básicos do esporte, como o passe, o chute e o drible. Por ser um esporte extremamente popular no país, as escolinhas de futebol costumam sempre ter muitas crianças e promover um ambiente muito positivo para o desenvolvimento social do seu filho.

Surfe

Por se tratar de um esporte praticado no mar, o surfe oferece um perigo ao seu filho caso não possua supervisão e orientação profissionais adequadas e, por isso, deve sempre ser praticado em escolinhas especializadas. Tendo isso em mente, a partir dos quatro anos de idade é possível iniciar as atividades em uma escolinha. O professor deve estar sempre atento ao desenvolvimento individual de cada aluno, adequando as aulas para que todos evoluam ser se sentirem frustrados.

Artes marciais

É recomendado que as artes marciais sejam iniciadas a partir dos sete anos, já que são esportes de maior exigência física. A partir daí, o treinamento é desenvolvido de forma menos intensa até os 13 anos, quando a criança pode de fato começar a aumentar o nível dos treinamentos. As artes marciais, além de ajudarem a manter as crianças ativas fisicamente, ajuda no aprendizado de valores como a disciplina e o comprometimento.

As atividades físicas servem para melhorar a auto-estima, a socialização, a coordenação motora e inúmeros outros fatores físicos e mentais.

Agora que você sabe a idade ideal para que seu filho inicie a prática de um esporte, basta que vocês escolham o que ele prefere para ele começar!

Descubra como aproveitar o carnaval em tempos de pandemia

Não é segredo para ninguém que o carnaval de 2021 vai ser o mais diferente dos últimos tempos.

A fase de vacinação, que começou há algumas semanas, está visando primeiramente grupos de risco e, além disso, sabemos que a vacina só garante imunidade contra o vírus após a segunda dose.

Isso significa que, apesar dos enormes passos que demos em direção ao fim da pandemia, ainda precisaremos seguir as normas de segurança por algum tempo, inclusive no carnaval.

E é por isso que, em todo o Brasil, os desfiles de escolas de samba e os tradicionais bloquinhos de rua foram cancelados, deixando muita gente sem saber o que fazer no carnaval.

Para as crianças, principalmente, que adoram o feriado para brincar e passear, se manter entretido em casa aparenta ser uma tarefa difícil.

Você sabia, no entanto, que existem formas de você aproveitar esse carnaval com o seu filho sem desrespeitar nenhuma das medidas de segurança contra o Covid-19?

Pensando nisso, preparamos esse artigo com algumas ideias do que fazer nesse período para que ele não passe em branco para você ou o seu pequeno.

Venha conferir!

Descanse

Aproveite a oportunidade para recarregar não só as energias do seu filho, mas as suas também. Façam maratonas de filmes, leituras e outras atividades relaxantes que servirão para descansar o corpo e a mente.

Além disso, aproveitem para dormir algumas horinhas extras e mandar o cansaço do dia a dia embora!

Visite familiares

Não há nada melhor do que visitar os avós, não é mesmo? Aquela comida caseira insubstituível e a companhia da família são, sem dúvidas, coisas que elevam o astral e proporcionam momentos felizes.

Nesse momento, é claro, tenha bastante cuidado e assegure-se que todos os familiares que participarão do encontro estejam se cuidando, praticando o distanciamento social e o uso de máscaras, além de evitar aglomerações.

Recomenda-se, ainda, que os encontros com a família sejam mais restritos aos membros mais próximos, evitando ao máximo a aglomeração de um número grande de pessoas.

Brincadeiras em casa

Já que precisamos evitar as ruas, que tal um pouco de diversão em casa? Sugira brincadeiras em família como caça ao tesouro, esconde-esconde ou até mesmo jogos de tabuleiro.

Isso fará com que vocês tenham um momento feliz em família além, é claro, de manter as crianças entretidas.

Cuidados básicos

Ninguém gosta de perder o carnaval por estar passando mal e, para que isso não aconteça, é necessário seguir uma série de dicas básicas que não têm relação direta com a pandemia, como por exemplo:

  • Cuidados com o sol: caso você e o seu filho decidam passar um dia em uma praia menos movimentada, por exemplo, não se esqueça de se assegurar que ele utilize camisas de proteção contra os raios solares, além de um protetor solar adequado. Isso evitará insolações e queimaduras que poderiam acabar atrapalhando o feriado inteiro.
  • Hidratação: seja em passeios ou até mesmo em casa, é importante lembrar que ainda estamos no verão e, portanto, é indispensável nos mantermos hidratados nessa época. Dê preferência à água, sucos naturais e água de coco e evite refrigerantes e outras bebidas gaseificadas.

Se cuidar em relação ao sol e a desidratação vai proteger você e o seu filho de possíveis problemas de saúde e, dessa maneira, garantir que não haja nada impedindo esse carnaval de ser divertido para toda a família.

Temos certeza que essas dicas vão fazer com que esse carnaval, mesmo diferente, seja inesquecível!

Como preparar seu filho para a chegada de um irmãozinho?

Descobrir que vai ter um irmão mais novo é sempre um momento confuso para uma criança, que passa por uma mistura de sensações boas e ruins, como alegria, insegurança e ciúme ao mesmo tempo.

Seu filho pode até apresentar alguns sinais de regressão, como voltar a fazer xixi na cama e parar de falar, com o intuito de garantir que a atenção esteja voltada completamente para ele. Nesse momento, os pais precisam ser calmos e compreensivos.

Hoje, separamos algumas dicas para que você atenue esse processo para o seu filho mais velho e prepare-o para a chegada do irmãozinho. Vamos lá?

Envolva seu filho na gestação

Para que seu filho entenda que ele continua sendo importante na família, uma das coisas importantes a se fazer é deixar que ele tenha voz nas escolhas da gestação. Deixe-o participar da escolha dos nomes e das peças do enxoval para que ele se sinta incluído e indispensável no processo. Além disso, peça-o para acariciar sua barriga e te acompanhar nas ultrassonografias para ver o bebê.

Leve-o a maternidade

Depois do parto, deixe que seu filho vá a maternidade para conhecer o irmãozinho o mais cedo possível, para que ele comece a criar laços o quanto antes. Se possível, dê a ele um presente, como se tivesse sido dado pelo bebê que acaba de chegar.

Converse

Fale com seu filho sobre a importância dele e o lugar insubstituível que ele ocupa na família, para evitar que ele pense que está sendo substituído. Isso o ajuda a entender que a relação entre irmãos é de parceria, e não de disputa por espaço e atenção.

Dê atenção para ele

Faça questão de reservar um tempo para brincar, conversar e interagir com o mais velho. Se possível, peça ocasionalmente para alguém cuidar do bebê para que você possa estar com o mais velho sem preocupações. Além disso, passeios com tios e avós também são bem-vindos nessas horas.

Fuja de mudanças na rotina do mais velho

Isso é essencial para que ele entenda que a vida não é afetada negativamente pela chegada do irmãozinho. A entrada na escolinha, por exemplo, deve ser feita apenas após o mais velho estar adaptado ao bebê, pois poderia parecer uma perda de espaço caso fosse feita agora. Isso, é claro, se ela não tiver sido feita durante a gestação.

Além dessas dicas, é essencial que você seja compreensiva com o mais velho caso ele se recuse a dar carinho ou tocar o bebê. Isso é natural e tende a mudar conforme o tempo passa. No entanto, seja firme nas repreensões caso ele extrapole os limites e tente agredir ou bebê ou algo do tipo. Converse de maneira séria e puna-o se for o caso, sempre deixando claro que ele está sendo punido exclusivamente pelas suas próprias ações.

E aí, gostou das dicas?

O que fazer se seu filho chora para ir à escola?

Um período de adaptação ao início da jornada na escola é normal para qualquer criança. Algumas lidam com isso melhor e se acostumam logo, enquanto outras choram e demoram um tempo para se adequar. Mas o que fazer se o seu filho continua chorando mesmo depois do processo de adaptação?

Foi pensando nisso que separamos algumas dicas de como prosseguir da melhor maneira caso isso esteja acontecendo com o seu filho, para que você não entre em pânico e ache que algo muito sério está acontecendo.

É importante frisar, primeiro, que isso é normal. Crianças de dois a três anos podem passar por um período de adaptação maior à escola, já que ainda são tão novas e ainda estão aprendendo a lidar com coisas novas e desafios em geral. Eles já entendem que a escola é sinônima de ficar longe da mãe e, por não saberem lidar com isso, choram! Além disso, eles passam a conviver com várias frustrações ao longo do dia, como ter horário definido para fazer cada coisa, e têm dificuldade para se adequar ao ‘novo normal’.

Vamos às dicas?

  • Mantenha a calma: demonstre ser calma e paciente em relação a esse assunto, já que a criança pode ficar ainda mais incomodada caso perceba que a situação também é frustrante para os pais.
  • Abuse do tradicional ‘vai passar’: converse com seu filho e tente fazê-lo entender que os problemas e frustrações que o estão incomodando são apenas passageiros e que isso faz parte do processo de crescimento. Além disso, aproveite para tentar entender a mesma coisa.
  • Converse com a escola: é importante manter um diálogo aberto com a escola quando isso acontece com a criança. Dessa forma, você evita negligenciar qualquer coisa que possa estar acontecendo com ele no ambiente escolar. Além disso, com os professores cientes da situação, eles podem trabalhar para tentar reduzir as frustrações desta fase da vida do seu filho.
  • Troque experiências com outros pais: estar em contato com os pais de outras crianças é essencial para que vocês troquem experiências e se ajudem nesse período de adaptação, já que esse problema é tão comum entre as crianças.

Em resumo, é importante manter a calma, conversar com as partes envolvidas e saber que este momento é passageiro. Fazendo isso, você vai conseguir amenizar esse período de adaptação do seu filho para que ele não se sinta tão frustrado.

E você, já passou por isso alguma vez?

3 receitas deliciosas para fazer com seu filho nas férias

Cozinhar com os filhos é uma ótima maneira de criar desde cedo uma boa relação com a comida. Dessa forma, as crianças entendem o valor de uma boa refeição e desenvolvem um paladar mais diversificado. Além disso, a hora da cozinha é um ótimo momento para estreitar laços e passar um tempo de qualidade com os filhos, conversando e interagindo enquanto fazem a comida.

Hoje, separamos 3 receitas fáceis de fazer que você e o seu filho vão adorar.

Panqueca de banana

Ingredientes:

  • 1 colher de sobremesa de aveia
  • 1 ovo
  • 1 banana madura
  • 1 colher de chá de canela
  • 1 colher de sobremesa de cacau em pó

Modo de preparo:

Amasse a banana com um garfo, acrescente a canela e reserve. Em seguida, em outro recipiente, amasse a banana com um garfo, acrescente a veia e o cacau e misture bastante. Por último, junte ao demais ingredientes eleve para uma frigideira untada com um fio de óleo até dourar.

Omelete de forno

Ingredientes:

  • 6 claras de ovo
  • 4 gemas de ovo
  • 1 tomate
  • 1/3 cabeça de brócolis
  • 1 colher de sopa de orégano
  • Sal a gosto
  • Manteiga ou margarina para untar

Modo de preparo:

Primeiro, preaqueça o forno na temperatura de 180°. Em seguida, com a ajuda de um pincel, unte a forma com manteiga ou margarina. Depois, corte o tomate o tomate em cubos pequenos e o brócolis em ramos. Bata as claras em neve em uma batedeira e misture as gemas com a ajuda de uma espátula, acrescente o sal e, por último, leve ao forno até dourar.

Guacamole

Ingredientes:

  • 1 abacate
  • 1 cebola roxa
  • 1 limão (sumo)
  • 1 dente de alho
  • 2 tomates
  • Cheiro verde ou coentro
  • Azeite de oliva extravirgem
  • Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:

Primeiro, retire o abacate da casca e amasse-o com um garfo. Em seguida, pique o tomate e a cebola e as ervas. Por último, amasse o alho, misture com todos os ingredientes e tempere com as ervas, o sal, o azeite, a pimenta e o limão.

Sempre treine seus filhos para que eles desenvolvam seu paladar e sua destreza na cozinha gradualmente, e lembre-se de distribuir as atividades de acordo com a capacidade de cada filho e cuidar para que eles não tenham acesso a objetos que podem machucá-los, como facas e tesouras.

Agora que você já conhece essas receitas de dar água na boca, basta chamar o seu filho para a cozinha e começar a diversão!

4 dicas valiosas para estreitar os laços com seus filhos

Os laços entre uma criança e seus pais são os mais fortes e essenciais que existem. Mas, para criar e estreitar esses laços, é necessário que você promova alguns hábitos que façam com que vocês se aproximem. No entanto, nos dias atuais, crianças pequenas estão cada vez mais cercados de tecnologias como televisão, tablets e aparelhos que acabam virando concorrência ao momento com os pais.

Nesse texto, separamos alguns hábitos que você pode botar em prática hoje na sua casa para começar a vencer estes obstáculos e estreitar os laços com as crianças. Vamos lá?

  • Passe mais tempo com seu filho quando estiver em casa: por mais que pareça óbvio, se policie para dar o máximo de atenção possível para seu filho e mostrá-lo que estar com ele é parte indispensável da sua vida. Fazendo isso, o grau de intimidade de vocês tende a crescer cada vez mais.
  • Busque saber sobre os interesses do seu filho: esteja por dentro do que ele gosta de fazer, ler e ouvir. Dessa forma, vocês terão mais coisas em comum e conversarão mais. É importante, também, não impor suas vontades e gostos pessoais sobre as da criança, já que isso serviria para frustrá-lo
  • Busque atividades que vocês podem fazer juntos: incentive-o a participar de atividades manuais com você, para que ele se desligue um pouco de aparelhos eletrônicos e tenhas experiências de lazer palpáveis. Algumas das atividades que você pode sugerir são piqueniques, leituras, montagens de quebra-cabeças e amarelinha.
  • Promova sempre uma boa comunicação: para estreitar laços, é importante que seu filho se sinta a vontade para conversar com você sobre qualquer assunto, sem receio. É importante que essas abertura seja feita o quanto antes, já que ela é de extrema importância durante toda a vida. Busque ser o mais compreensivo possível, deixando claro que entende qualquer problema ou frustração que ele possa ter.

Com essas dicas em prática sua relação com seu filho tem tudo para melhorar. Os aparelhos eletrônicos e a falta de tempo não serão páreo para o esforço que você faz para mostrar ao seu filho o quanto ele é importante para você.

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Chupeta: quando é a hora certa de tirar?

Se despedir da chupeta pode ser difícil para alguns bebês, mas é um processo necessário. Apesar de servirem para diminuir os riscos de Síndrome da Morte Súbita Infantil nos primeiros 12 meses, especialistas apontam que, a partir daí, os pais podem começar o processo de remoção.

Mas como fazer isso?

Comece devagar. A partir do primeiro ano de idade, diminua gradualmente o uso da chupeta até que ele cesse totalmente perto dos 4 anos de idade. A essa altura, as chupeta pode causar danos à mordida e dentição, que podem afetar a mastigação, a fala e a aparência, podendo necessitar de tratamento ortodôntico.

Segundo a fonoaudióloga Melanie Potock, quanto mais cedo a chupeta for tirada da vida da criança, melhor. Isso porque, de acordo com Melanie, “há um período de crescimento cognitivo rápido por volta dos dois anos de idade, o que faz a criança perceber que ela tem um pouco de controle sobre os adultos e suas ações”. Ou seja, se eles chegarem aos dois anos de idade usando chupeta, tendem a reclamar da diminuição do uso. Para crianças com três anos, cria-se um apego emocional com a chupeta que precisa ser quebrado.

Apresente substitutos para a chupeta, como brinquedinhos e naninhas, por exemplo, e troque um pelo outro. É importante que seja algo macio, já que a criança tende a mordiscar. Para a criança, nesse momento, o estímulo criado quando mordisca os novos brinquedos substitui os estímulos que eram fornecidos quando chupava chupeta.

Outra tática conservadora é limitar o uso aos poucos, até que ele pare de vez. Por exemplo, informe a criança que a partir de agora ela só pode usar a chupeta em casa. Depois de um tempo, apenas na hora de dormir. Eventualmente, cesse totalmente o uso da chupeta.

Se a criança já passou da hora de parar e você deseja um processo mais rápido e direto, uma das opções é dizer a ela que a chupeta quebrou. Explique que todas as coisas param de funcionar com o tempo e, com isso, além de parar de usar a chupeta, a criança tende a aprender. Outra alternativa é criar um ritual para o abandono da chupeta, como o ritual da troca dos dentes por exemplo. Diga ao seu filho que a fada das chupetas, por exemplo, vai buscar todas as chupetas e deixar uma recompensa em troca, e que isso é um processo normal.

Caso encontre dificuldades maiores para remover a chupeta, consulte um pediatra para receber orientação profissional

Esperamos ter ajudado!

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Lista para chá de bebê

Criamos uma lista para que você não se sinta perdida ao fazer seu chá de bebê. Vamos lá? 

  • Os quitutes para chá de bebê ajudam a tornar o evento ainda mais gostoso e aconchegante. Ou seja: as comidinhas caseiras são perfeitas! 
  • E os doces? O bolo ou cupcakes não podem faltar! Acrescente também docinhos de festa como brigadeiros, trufas e biscoitos temáticos. 
  • Brincadeiras são super interessantes também. Como bingo e adivinhações. 
  • Abuse dos posters, varais, adornos e tapestries para uma decoração temática e bem divertida. Você vai amar e seus convidados também poderão aproveitar a décor para fazerem muitas fotos! 
  • Criar um checklist dos presentes também é uma excelente ideia.  

E aí, gostou da nossa lista para seu chá de bebê? Esperamos que sim. Ah, não se esqueça! O que não pode faltar são as pessoas que você ama do seu lado participando desse momento super especial, que é a chegada do seu bebê.